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07 fevereiro 2015

Philodendron 'Burle Marx'

Muito utilizado nos jardins tropicais, o Philodendron 'Burle Marx' apresenta folhas verdes escuras, brilhantes e em forma de coração alongado. Foi o renomado paisagista brasileiro, Roberto Burle Marx, que apresentou-a ao mundo e a introduziu em seus projetos. É nativa das restingas litorâneas do leste ao nordeste do Brasil.
Foto: Projeto desenvolvido pela A Boa Vista Projetos de Paisagismo



26 fevereiro 2010

Novidade! Uso de plantas ornamentais em saneamento



Além do uso em paisagismo e reflorestamento, as plantas ornamentais estão sendo estudadas em tratamento complementar em esgoto doméstico.

Esta pesquisa foi desenvolvida na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC) e testado na Faculdade de Engenharia Agrícola (Feagri) pelo engenheiro civil Luciano Zanella.



É um recurso ideal para pequenas propriedades como sítios e fazendas e tem a característica principal não ter necessidade de uso de produtos químicos ou eletricidade. A porcentagem de remoção da matéria orgânica é de 30%.

No Brasil não havia relato da introdução de plantas ornamentais nesse sistema, embora a utilização desse tipo de tratamento seja crescente. Em outros países, essa configuração de tratamento é largamente usada, sendo encontrada até mesmo para o tratamento de esgoto industrial.

O sistema de pós-tratamento foi responsável por 30% da eficiência do sistema de tratamento na remoção de matéria orgânica e consiste em uma alternativa prática do ponto de vista operacional. Não há necessidade de uso de produtos químicos ou eletricidade e, por isso, o sistema torna-se ideal para pequenas propriedades, como sítios e fazendas.

A opção oferece ainda baixo custo de operação e também poderia ser aproveitada por comunidades rurais não-servidas por sistemas convencionais de coleta e tratamento, ou que possuam sistema de saneamento que trate o esgoto de maneira secundária.

A utilização de bambu como meio-suporte pode facilitar ainda mais a aplicação em áreas rurais, visto que o bambu é facilmente encontrado em qualquer parte do país.


O sistema wetland-construído, baseia-se no termo wetland já conhecido:

O termo wetlands (do inglês) ou áreas alagáveis é utilizado para caracterizar vários ecossistemas naturais que ficam parcial ou totalmente inundados durante o ano.
Estes sistemas têm importantes funções dentro dos ecossistemas onde estão inseridos.



Fonte:www.training.gpa.unep.org/images/port/gif/con..

As wetlands construídas são tipos de sistemas artificiais manejáveis, que têm despertado acentuado interesse mundial nestas últimas décadas.

Estes sistemas têm sido matéria de muitas discussões, as quais apresentam um ponto positivo: o desenvolvimento de pesquisas e experimentos conduzindo para um maior conhecimento e experiências nessa linha de pesquisa (HARBEL, 1997).


Fonte:http://naturezadivina.org/comunidade/?q=sistema-de-tratamento-de-guas-cinzas

As principais vantagens desses sistemas são:

a) baixo custo de implantação;
b) alta eficiência de melhoria dos parâmetros que caracterizam os recursos hídricos;
c) alta produção de biomassa que pode ser utilizada na produção de ração animal, energia e biofertilizantes.

Na pesquisa citada,foram montadas seis piscinas de fibra de dois mil litros cada uma, de forma que o esgoto já tratado da Faculdade passasse pelas piscinas. Em três piscinas ele acrescentou brita ou pedras de construção até a borda e nas outras três o material usado foram anéis de bambu.

Na seqüencia, plantou-se duas espécies plantas ornamentais usadas em paisagismo e jardinagem, o copo de leite e o papiro.



Sabe-se que as plantas absorvem os nutrientes do esgoto, colaborando com o tratamento. Em uma segunda etapa, mais oito espécies foram plantadas. O copo-de-leite sozinho não apresentou uma boa adaptação ao sistema. No entanto, junto com outras plantas ornamentais como o biri e o mini-papiro, o resultado melhorou.



Para selecionar as plantas que poderiam oferecer um bom desempenho no sistema, Zanella fez contato com biólogos e pesquisou junto a paisagistas e produtores de mudas as melhores opções para os ambientes próximos a lagos e rios. As análises contemplaram as características de cor e turbidez, a remoção de sólidos, de matéria orgânica, de nutrientes e de microorganismos. Na maior parte das variáveis, o grau de eficiência foi significativo.

A conclusão é de que este tipo de sistema é recomendável como um tratamento complementar ao esgoto doméstico já tratado numa primeira etapa em que a remoção dos resíduos mais pesados já foi feita. O resultado do tratamento complementar do esgoto poderia ser lançado em rios e lagos.

A aparência foi significativamente melhorada, com redução importante dos sólidos e matéria orgânica.
Uma boa opção seria o reúso em vasos sanitários, tema de bastante importância no meio científico e tecnológico nos últimos anos, mas para o qual o esgoto ainda necessitaria de uma desinfecção.

Pedras e bambus

Não é novidade a utilização de pedras e bambus para o pós-tratamento de esgoto doméstico. Tanto o bambu como as pedras atuam como filtro e meio-suporte para microorganismos que proporcionam o tratamento. As análises, no entanto, apontaram o bambu como alternativa viável, embora com eficiência menor que quando utilizadas as pedras.

Apesar dos testes estatísticos indicarem que o tipo de material suporte tem mais significância que a espécie vegetal na obtenção de resultados satisfatórios, isso não descarta a utilização de plantas ornamentais, principalmente pelo seu efeito paisagístico. que diminuiria os índices de rejeição do sistema pela população.

A introdução de espécies de plantas de paisagismo proporcionaria, inclusive, uma possibilidade de geração de renda para os pequenos produtores. A idéia inicial do trabalho era utilizar plantas de corte para agregar valor ao serem vendidas, fazendo um tipo de “cultura hidropônicas adaptada”.

Pelos resultados, o sistema de pós-tratamento foi responsável, em média, por cerca de 30% da remoção tanto de sólidos em suspensão, quanto de matéria orgânica, em relação ao total obtido na estação de tratamento. O wetland-construído de leito de brita e vegetado com papiro alcançou valores médios de remoção de fósforo total de 27,7%.


Se você se interessou por estas plantas citadas, entre no site e faça contato com nossos fornecedores, de todo o Brasil, cadastrados. Basta pesquisar pela planta, clicar na foto e poderá contactar os fornecedores da espécie:

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FONTE: http://www.paisagismodigital.com.br/Noticias/?id=Novidade!-Uso-de-plantas-ornamentais-em-saneamento&in=99

26 janeiro 2009

Coloque mais Oxigeno na sua Vida




Um dos destaques da ultima edição da TPIE em Fort Lauderdeale, nos Estados Unidos, foi o forte apelo do uso de plantas como a melhor alternativa para ter ambientes com ar mais puro.

As plantas que melhor contribuem a melhorar a qualidade do ar ganharam destaque na feira e a maioria dos stands utilizava esta característica como uma estratégia de venda.

Principalmente em ambientes fechados as plantas, podem melhorar e muito a qualidade do ar, e com isto produzir o bem-estar das pessoas.

Claro que em época de crise é um forte argumento de vendas e também é uma forma de promover o consumo daquelas plantas que se identificam como as melhores para esta função. Destaque para as Aglaeonemas, Dracaenas e Pleomes, os Spatiphyllum e também os Philodendron.

Neste espaço já temos abordado o tema, em vários textos, e nos nossos projetos procuramos priorizar a utilização das plantas que mais contribuem a melhorar a qualidade do ar que respiramos.

26 agosto 2008

As Melhores Plantas para Interior


Aglaonema

Poucas plantas tem a resistência e adaptabilidade, para ser utilizadas em jardins de interior, pelas suas características, não tem igual, quando utilizada em ambientes pouco iluminados, com ar condicionado e as vezes com irrigação deficiente.

O mercado oferece diversas variedades, mas nenhuma que possa se comparar a Aglaonema commutatum “ Silver Queen”, outras espécies disponíveis no mercado, são a Aglaonema marantifolium e a Aglaonema pseudo-bracteatum.

Em paisagismo se utiliza como planta de sombra em jardins externos, desde que bem protegida do sol forte, que pode chegar a queimar as folhas. Mas o seu melhor resultado é em jardins internos, com pouca luz, pode ser utilizada também com outras aráceas, como Filodendros (Philodendrons) e Antúrios (Anthuriums.)

17 junho 2008

Espaço do futuro jardim


Os fatores fundamentais a serem observados no local do futuro jardim são insolação, umidade e clima.
Sempre que for possível, escolha locais com grande exposição ao sol, preferencialmente voltados para o norte, e terrenos bem drenados - o excesso de umidade deve ser evitado.
No entanto, nem sempre o espaço destinado ao jardim tem a localização ideal. Se este for o seu caso, procure otimizar ao máximo o local disponível, tanto retirando sombras desnecessárias - que possam manter muita umidade - quando elevando o terreno, de maneira a permitir uma drenagem mais eficaz.
Se for inviável ampliar a insolação, planeje plantas que necessitem menos exposição ao sol.
Lembre de considerar o clima: ele é determinante para a adaptação das plantas. E já que não podemos mudá-lo, convém escolher as espécies tendo em vista as características do clima no qual elas deverão se desenvolver: as temperaturas médias no verão e inverno, a quantidade de chuvas e ventos.
Plantas de clima temperado resistem bem a períodos de muito frio e geadas; as de clima tropical não suportam geadas, mas se adaptam a umidade, ao calor e resistem aos fungos - que tem no meio úmido seu ambiente ideal.
Os ventos definem a formação de áreas com níveis de umidade diferentes. Em microclimas mais secos, a proliferação dos fungos é menor, mas a ação de ventos fortes pode dificultar ou impedir o desenvolvimentode várias espécies de plantas.

(Texto retirado do catálogo de jardim da Tramontima vol. 1)

03 março 2008

Estilo do jardim


Uma das perguntas que os clientes sempre fazem é sobre o estilo do jardim. Qual é o estilo que se usa e o que está na moda. Tem que diferenciar sempre o que é moda e o que é modismo. A moda é atemporal e nos proporciona o que chamamos de clássicos.


Os jardins que permanecem são aqueles projetados utilizando plantas nativas ou plantas que sendo exóticas se adaptam ao ambiente, para que foram previstas plantas tropicais em jardins exuberantes, plantas de sol para jardins no litoral e plantas de região fria para as regiões mais altas do Rio Grande do Sul a Minas Gerais.


Não faz sentido que estejamos utilizando as mesmas plantas em todas as regiões e percamos a identidade dos nossos jardins e da nossa cultura. Criatividade é o único caminho possível.