O projeto de paisagismo de um espaço urbano deve ir além do verde e promover o convívio das pessoas que utilizam o espaço projetado. Hoje há uma maior demanda por espaços abertos e com uma maior conexão com a natureza.
Por isso quando a Plaenge – Vanguard nos convidou para projetar a sua Central de Vendas em Joinville a proposta incluía uma praça. Uma gentileza urbana para melhorar a qualidade de vida de quem mora perto, para quem passa na frente todos os dias, para quem gosta de sentar-se num banco sob a sombra acolhedora de uma árvore.
O projeto da Central de Vendas propõe um espaço verde de uso publico emoldurando o edifício, uma proposta que mostra a forma diferente de ver e sentir a cidade que a Plaenge – Vanguard tem. Para nosso escritório é um desafio que encaramos com prazer, porque como nosso cliente, temos carinho por Joinville e queremos ver esta cidade se desenvolver.
Obras Central de Vendas da Plaenge, Novembro de 2021.
Obras Central de Vendas da Plaenge, Novembro de 2021.
Obras Central de Vendas da Plaenge, Novembro de 2021.
Projeto de paisagismo. Autoria: Boa Vista Paisagismo.
Projeto de paisagismo. Autoria: Boa Vista Paisagismo.
Nosso escritório realiza ações solidárias e apoia projetos
sociais. Neste sentido e em parceria com o Instituto Cau Hansen realizamos o
projeto do Jardim Sensorial do Instituto Dona Anna, no Bairro Nova Brasília.
O jardim sensorial esta composto por um conjunto de 17
estações para que as crianças atendidas pelo Instituto possam despertar e
estimular os cinco sentidos.
O projeto é o resultado de meses de pesquisa e conta com o
apoio de voluntários, apoiadores e contribuintes. Entre eles o Instituto Guga
Kuerten, que esta patrocinando uma parte das instalações sensoriais.
Boa Tarde,
Em Abril iremos falar um pouco sobre os elementos construídos que podem compor o jardim; pergolados, decks, piscinas, caminhos e bancos.
Afinal de contas o jardim também é um espaço para ser usado e aproveitado.
Voltamos com mais novidades depois do feriado.
Ótima Pascoa a todos.
Se por um lado o paisagista preferira sempre um terreno que apresente uma topografia mais acidentada, porque lhe permite dar mais movimento ao seu projeto, pelo outro desníveis maiores, exigem rampas, escadas e outras alternativas criativas, para permitir um acesso suave aos espaços projetados.
Em paisagismo gostamos de esquecer as regras mais rígidas, que se usam, quase como uma camisa de força, em arquitetura urbana. Preferimos projetar degraus mais cômodos, com um espelho menor e com uma base mais comprida, sempre que possível procuramos utilizar um maior numero de patamares, e nos aproximar das formulas que se utilizam para projetar suaves escalinatas, que pelas suas dimensões e características, são mais confortáveis e invitam a passear, a descobrir cada um dos espaços.
Estimular que os caminhos sejam um convite a caminhada, que os desníveis sejam vencidos e que exista uma suave harmonia entre o terreno e o seu entorno são os desafios que precisamos vencer em cada novo projeto.
Quando o desnível o permita, devemos priorizar o uso de rampas, quando mais suaves e melhor integradas com o projeto e com o terreno, melhor o resultado. Caminhos sinuosos conduzem a destinos misteriosos, caminhos retos nos levam a destinos conhecidos.
Escadas, rampas, patamares e degraus, são elementos que devemos dominar e utilizar com equilíbrio na hora de projetar.