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21 julho 2021

Quanto custa um jardim? 2021




Antes de contratar o projeto, o cliente sempre pergunta: quanto vai custar o jardim? A resposta não é simples, porque dependerá de muitas variáveis. O tamanho da área, a complexidade da obra, o padrão e os tipos de plantas, o lugar ou aspectos técnicos, como a disponibilidade de materiais e insumos perto do local. 

Um jardim de 50 m² numa cobertura não terá o mesmo custo que outro de 10,000 m² numa fazenda. Temos que calcular sempre o preço por m² e não nos deixar influenciar pelo preço total. Isso porque quando falamos de preço total para jardins diferentes acabamos gerando mal entendidos e distorcemos o conceito de valor e preço.

O setor da construção civil utiliza o CUB (Custo Unitário Básico) como uma referência de preço e custo, e é importante entender este conceito. O cliente sabe que o preço da sua obra será o resultado de multiplicar o número de metros quadrados pelo valor do CUB. Poderá ainda calcular alguns ajustes de acordo com o padrão da obra, mas terá uma base de cálculo para poder orçar com precisão antes de iniciar a construção.





No paisagismo isso nem sempre acontece. Imaginemos uma floreira numa cobertura, em que todos os materiais têm que subir pelo elevador. Muitos condomínios residenciais definem horários rígidos para entrada de materiais e para a realização de trabalhos de manutenção, o que reduz muito o tempo útil de trabalho. O resultado é que a obra acaba custando mais. A mesma floreira, se estivesse alocada na planta baixa do mesmo edifício, poderia chegar a custar até 40% menos, utilizando as mesmas plantas e materiais. O mesmo acontece com o tipo de jardim. Um canteiro com bromélias, orquídeas ou plantas de alto valor unitário terá um custo por m² superior a um jardim com grama ou forrações. O tamanho e a qualidade das plantas tem um peso importante na hora de calcular o custo final do jardim. Podemos especificar árvores de 2,00 m de altura e um DAP (Diâmetro a Altura do Peito) de 2 a 3 cm, ou árvores de 4,00 a 5,00 m e um DAP de 15 a 20 cm, e o preço poderá variar de poucas dezenas de reais a milhares de reais por unidade.




Certa vez, tivemos duas situações interessantes. No projeto de uma indústria, o cliente nos informou que teríamos um orçamento de R$ 150 mil para o projeto e a execução. O cliente estava nos dizendo que poderíamos elaborar um bom projeto e que não faltariam recursos para fazer um bom jardim. Olhando a planta e num cálculo rápido, comentei que a área total a ser trabalhada seria de mais de 100.000 m² e que mesmo com grandes áreas de gramado, como estava previsto, o custo não seria inferior a R$ 1 milhão e que provavelmente ficaria mais perto do R$ 1,5 milhão. No primeiro momento ficou surpreso. Achava que tinha previsto um orçamento suficiente para o projeto de paisagismo e o jardim. Fizemos algumas contas e na hora percebeu que com o orçamento previsto nem conseguiria colocar grama em toda a área, sem considerar nenhum outro investimento adicional.

Este exemplo não é um caso isolado. No projeto de um condomínio residencial o orçamento era de pouco mais de R$ 60 mil para aproximadamente 2.000 m² de jardim. O investimento do empreendimento foi de mais de R$ 15 milhões e para paisagismo o total representa menos de 0,5% do total do investimento. Outra situação é a que encontramos na hora de projetar ou executar um jardim pequeno. Às vezes, do tamanho de uma floreira. Nestes casos, os custos básicos de visita, trabalho de escritório e acompanhamento, representam um valor significativo para um trabalho pequeno em área, mas complexo e envolvente. Neste caso o custo por m² de jardim pode chegar a milhares de reais.


Estes são parte dos dilemas que enfrentamos na hora de responder a pergunta: quanto custa o jardim? Com mais de 30 anos de experiência e quase mil projetos executados, temos compartilhado com os nossos clientes a lógica do CUP (Custo Unitário de Paisagismo). Ela nos permite informar na hora em que contrata o projeto qual será o custo aproximado da execução. Desenvolvemos três níveis de custo, de acordo com as variáveis que devem ser consideradas e logicamente estes valores mudam de região para região, mas mantém a sua lógica e proporção.











Nível A – Jardins mais simples

Uso de plantas de menor porte, menor densidade de plantio e espécies mais rústicas. São jardins com extensões maiores de grama ou forrações. Com árvores de porte menor, até 2 m de altura e menor quantidade de canteiros de flor. Basicamente são jardins com plantas perenes e baixo custo de manutenção. É o padrão para grandes áreas, para projetos imobiliários mais econômicos. Incluem alguns bancos e áreas de pisos, mas preferencialmente utilizam pisos permeáveis de pó de brita ou saibro compactado para os caminhos e circulações.


Nível B – Jardins de padrão médio

Uso de árvores de porte médio, com canteiros de flor e arbustos floríferos. Maior densidade de plantio e utilização de plantas e flores de maior qualidade e preço. Árvores de até 4 metros de altura, palmeiras de 3 a 4 metros e arbustos de mais de 1 metro de altura. Plantas bem desenvolvidas e com maior padrão. Com utilização de chips, adubos de lenta liberação e materiais de acabamento diferenciados. Incorporam equipamentos básicos como bancos e playgrounds de baixa complexidade.


Nível C – São os jardins de alto padrão

Uso de plantas exemplares. Árvores de mais de 5 metros de altura, que requerem, na construção, da utilização de equipamentos pesados como guindastes e escavadeiras, com obras de complexidade como lagos, córregos, pergolados, áreas de lazer e playgrounds.

Quais os valores para cada nível?

Um jardim do nível A terá um custo entre R$75 e R$90 por m². Um jardim de nível B custaria entre R$110 e R$145 por m² e para os de nível C o custo por m² se situa entre os R$150 e os R$280 também por m². Entendendo que neste último caso o céu é o limite. Um jardim vertical com orquídeas pode custar até 10 vezes este preço. O objetivo não é definir uma “tabela” de preços e sim compartilhar os preços praticados pelo mercado na região norte de Santa Catarina.


Um alerta

Desconfie de preços muito baixos. Preços abaixo dos custos significam problemas ou na qualidade das plantas, ou na troca das plantas especificadas por outras de preço e tamanho inferior. Preços baixos demais significam economia no preparo do solo, nas quantidades de fertilizante, na profundidade de preparo, ou trabalhar com funcionários sem registro, sem equipamentos de segurança e sem treinamento adequados. Não há milagres. Investir num projeto para depois economizar centavos na hora da execução é um erro muito comum. Um erro cometido na maioria das vezes por desconhecimento. Quando não se dispõe de muito dinheiro é preferível investir no preparo do solo e comprar mudas menores, que depois crescerão. O preparo do solo é o alicerce de todo bom jardim. Um bom projeto especifica as quantidades, os tamanhos, as embalagens e as densidades de plantio. Assim é mais fácil evitar problemas posteriores.





27 maio 2021

Instituto Dona Anna - Reabilitação do Potencial Humano

Projeto de paisagismo. Autoria: Boa Vista Paisagismo.

Projeto de paisagismo. Autoria: Boa Vista Paisagismo.

Nosso escritório realiza ações solidárias e apoia projetos sociais. Neste sentido e em parceria com o Instituto Cau Hansen realizamos o projeto do Jardim Sensorial do Instituto Dona Anna, no Bairro Nova Brasília.

O jardim sensorial esta composto por um conjunto de 17 estações para que as crianças atendidas pelo Instituto possam despertar e estimular os cinco sentidos.

O projeto é o resultado de meses de pesquisa e conta com o apoio de voluntários, apoiadores e contribuintes. Entre eles o Instituto Guga Kuerten, que esta patrocinando uma parte das instalações sensoriais.


Projeto em execução. Maio de 2021.
 
Projeto em execução. Maio de 2021.

Projeto em execução. Maio de 2021.





13 maio 2021

Bromélias e dengue

 


Bromélias e dengue


Quando a dengue escapa de controle e as autoridades sanitárias além do combate a pandemia do COVID 19 tem que mostrar serviço, acontecem exageros e se buscam culpados. Nesta caça as bruxas, quase sempre pagam os inocentes e no caso do combate a dengue as primeiras vitimas foram as plantas em vaso e concretamente as bromélias.


Uma infeliz campanha publicitaria utilizou a imagem de uma bromélia como símbolo do combate a dengue, incluindo a mensagem de evitar a agua parada e vinculando erroneamente as bromélias a proliferação do mosquito transmissor da dengue o Aedes aegypti.


A desinformação e o alarmismo ocasionaram prejuízos milionários aos produtores de plantas ornamentais e concretamente aos de bromélias. Afortunadamente o prestigioso Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro elaborou um estudo cientifico, aqui estão os links do trabalho, comprovando que as bromélias não são as vilãs e que não devem ser erradicadas dos nossos parques, jardins e matas. Elas não constituem focos preferenciais do mosquito da dengue. Muito pelo contrario, as áreas com bromélias não apresentam índices de contagio maiores e os reservatórios de agua formados pela coroa das plantas não é o criadouro do mosquito da dengue que muitos acreditavam.


Muitas cidades na primeira metade do século passado, para combater a malária cortaram matas, arrancaram arvores e destruíram bromélias. Agora, em menor escala, vemos com preocupação a mesma sanha higienista que levou a destruição de matas e florestas urbanas. Devemos sim manter quintais, jardins e os espaços urbanos livres de agua parada, os focos que devem ser atacados pela vigilância sanitária, são aqueles comprovadamente preferidos pelos mosquitos do gênero Aedes para colocar seus ovos, como caixas d’agua destampadas, piscinas, toneis, ferro velhos e outros depósitos de agua parada e evitar a proliferação dos mosquitos transmissores da dengue, da chicungunha, sem que para isto seja necessário arrancar e destruir plantas nativas da mata atlântica, muitas delas endêmicas da nossa região e do nosso estado.

Foto: Projeto Boa Vista Paisagismo em Joinville SC.
Foto: Projeto Boa Vista Paisagismo em Joinville SC.

04 setembro 2019

Quanto custa um jardim? 2019




Este post tem sido um dos mais acessados aqui no blog e resolvemos atualizar os valores para mantê-lo atualizado.


Quanto custa um jardim?

Antes de contratar o projeto, o cliente sempre pergunta: quanto vai custar o jardim? A resposta não é simples, porque dependerá de muitas variáveis. O tamanho da área, a complexidade da obra, o padrão e os tipos de plantas, o lugar ou aspectos técnicos, como a disponibilidade de materiais e insumos perto do local. Um jardim de 50 m² numa cobertura não terá o mesmo custo que outro de 10,000 m² numa fazenda. Temos que calcular sempre o preço por m² e não nos deixar influenciar pelo preço total. Isso porque quando falamos de preço total para jardins diferentes acabamos gerando mal entendidos e distorcemos o conceito de valor e preço.

O setor da construção civil utiliza o CUB (Custo Unitário Básico) como uma referência de preço e custo, e é importante entender este conceito. O cliente sabe que o preço da sua obra será o resultado de multiplicar o número de metros quadrados pelo valor do CUB. Poderá ainda calcular alguns ajustes de acordo com o padrão da obra, mas terá uma base de cálculo para poder orçar com precisão antes de iniciar a construção.

No paisagismo isso nem sempre acontece. Imaginemos uma floreira numa cobertura, em que todos os materiais têm que subir pelo elevador. Muitos condomínios residenciais definem horários rígidos para entrada de materiais e para a realização de trabalhos de manutenção, o que reduz muito o tempo útil de trabalho. O resultado é que a obra acaba custando mais. A mesma floreira, se estivesse alocada na planta baixa do mesmo edifício, poderia chegar a custar até 40% menos, utilizando as mesmas plantas e materiais. O mesmo acontece com o tipo de jardim. Um canteiro com bromélias, orquídeas ou plantas de alto valor unitário terá um custo por m² superior a um jardim com grama ou forrações. O tamanho e a qualidade das plantas tem um peso importante na hora de calcular o custo final do jardim. Podemos especificar árvores de 2,00 m de altura e um DAP (Diâmetro a Altura do Peito) de 2 a 3 cm, ou árvores de 4,00 a 5,00 m e um DAP de 15 a 20 cm, e o preço poderá variar de poucas dezenas de reais a milhares de reais por unidade.

Certa vez, tivemos duas situações interessantes. No projeto de uma indústria, o cliente nos informou que teríamos um orçamento de R$ 150 mil para o projeto e a execução. O cliente estava nos dizendo que poderíamos elaborar um bom projeto e que não faltariam recursos para fazer um bom jardim. Olhando a planta e num cálculo rápido, comentei que a área total a ser trabalhada seria de mais de 100.000 m² e que mesmo com grandes áreas de gramado, como estava previsto, o custo não seria inferior a R$ 1 milhão e que provavelmente ficaria mais perto do R$ 1,5 milhão. No primeiro momento ficou surpreso. Achava que tinha previsto um orçamento suficiente para o projeto de paisagismo e o jardim. Fizemos algumas contas e na hora percebeu que com o orçamento previsto nem conseguiria colocar grama em toda a área, sem considerar nenhum outro investimento adicional.

Este exemplo não é um caso isolado. No projeto de um condomínio residencial o orçamento era de pouco mais de R$ 60 mil para aproximadamente 2.000 m² de jardim. O investimento do empreendimento foi de mais de R$ 15 milhões e para paisagismo o total representa menos de 0,5% do total do investimento. Outra situação é a que encontramos na hora de projetar ou executar um jardim pequeno. Às vezes, do tamanho de uma floreira. Nestes casos, os custos básicos de visita, trabalho de escritório e acompanhamento, representam um valor significativo para um trabalho pequeno em área, mas complexo e envolvente. Neste caso o custo por m² de jardim pode chegar a milhares de reais.

Estes são parte dos dilemas que enfrentamos na hora de responder a pergunta: quanto custa o jardim? Com mais de 30 anos de experiência e quase mil projetos executados, temos compartilhado com os nossos clientes a lógica do CUP (Custo Unitário de Paisagismo). Ela nos permite informar na hora em que contrata o projeto qual será o custo aproximado da execução. Desenvolvemos três níveis de custo, de acordo com as variáveis que devem ser consideradas e logicamente estes valores mudam de região para região, mas mantém a sua lógica e proporção.

Nível A – Jardins mais simples
Uso de plantas de menor porte, menor densidade de plantio e espécies mais rústicas. São jardins com extensões maiores de grama ou forrações. Com árvores de porte menor, até 2 m de altura e menor quantidade de canteiros de flor. Basicamente são jardins com plantas perenes e baixo custo de manutenção. É o padrão para grandes áreas, para projetos imobiliários mais econômicos. Incluem alguns bancos e áreas de pisos, mas preferencialmente utilizam pisos permeáveis de pó de brita ou saibro compactado para os caminhos e circulações.

Nível B – Jardins de padrão médio
Uso de árvores de porte médio, com canteiros de flor e arbustos floríferos. Maior densidade de plantio e utilização de plantas e flores de maior qualidade e preço. Árvores de até 4 metros de altura, palmeiras de 3 a 4 metros e arbustos de mais de 1 metro de altura. Plantas bem desenvolvidas e com maior padrão. Com utilização de chips, adubos de lenta liberação e materiais de acabamento diferenciados. Incorporam equipamentos básicos como bancos e playgrounds de baixa complexidade.

Nível C – São os jardins de alto padrão
Uso de plantas exemplares. Árvores de mais de 5 metros de altura, que requerem, na construção, da utilização de equipamentos pesados como guindastes e escavadeiras, com obras de complexidade como lagos, córregos, pergolados, áreas de lazer e playgrounds.

Quais os valores para cada nível?

Um jardim do nível A terá um custo entre R$60 e R$80 por m². Um jardim de nível B custaria entre R$90 e R$120 por m² e para os de nível C o custo por m² se situa entre os R$120 e os R$250 também por m². Entendendo que neste último caso o céu é o limite. Um jardim vertical com orquídeas pode custar até 10 vezes este preço. O objetivo não é definir uma “tabela” de preços e sim compartilhar os preços praticados pelo mercado na região norte de Santa Catarina.

Um alerta
Desconfie de preços muito baixos. Preços abaixo dos custos significam problemas ou na qualidade das plantas, ou na troca das plantas especificadas por outras de preço e tamanho inferior. Preços baixos demais significam economia no preparo do solo, nas quantidades de fertilizante, na profundidade de preparo, ou trabalhar com funcionários sem registro, sem equipamentos de segurança e sem treinamento adequados. Não há milagres. Investir num projeto para depois economizar centavos na hora da execução é um erro muito comum. Um erro cometido na maioria das vezes por desconhecimento. Quando não se dispõe de muito dinheiro é preferível investir no preparo do solo e comprar mudas menores, que depois crescerão. O preparo do solo é o alicerce de todo bom jardim. Um bom projeto especifica as quantidades, os tamanhos, as embalagens e as densidades de plantio. Assim é mais fácil evitar problemas posteriores.



Para ter acesso ao post atualizado (2021): https://aboavistapaisagismo.blogspot.com/2021/07/quanto-custa-um-jardim-2021.html


09 fevereiro 2015

Execução de Jardins Residenciais

O acompanhamento da implantação dos projetos da A Boa Vista Paisagismo tem início antes mesmo das plantas chegarem à obra. A conformação do terreno precisa ser trabalhada em alguns casos, para auxiliar na drenagem superficial, aumentar a privacidade e adequar a topografia com a paisagem local.




16 fevereiro 2010

Humor


A poda de árvores é uma atividade que requer conhecimento. Nunca esta isenta de risco, por isto é recomendável contratar só empresas qualificadas.

20 janeiro 2010

Nossa recomendação


Escolha sempre empresas idóneas para executar o seu jardim. A manutenção deve ser feita por profissionais com conhecimento e técnica.

28 setembro 2009

Quanto custa um jardim?

Os clientes cada vez mais procuram saber quanto custa a implantação de um projeto de paisagismo. A resposta não é facil, tem muitas variaveis em jogo, porem a melhor resposta é a de que não existem milagres. Se tomar-mos como referencia o custo do m2 da grama, podemos considerar que um m2 de grama desde que atendidos os criterios tecnicos adequados para preparo do terreno e utilizaçào de grama de boa qualidade, podemos considerar um valor de R$ 7 a R$ 15, como base de cálculo. A partir deste valor devemos considerar qual é a proposta do projeto, um projeto com plantas perenes e algumas arvores e palmeiras de porte menor, pode custar a partir de R$ 25 a R$ 34 como base. Os valores a partir destes dados evoluem na medida em que se considerem plantas de maior tamanho, de maior valor unitario ou uma maior densidade de plantio. Estes valores devem servir como referencia e podem mudar muito de região para região. E ainda podem apresentar grandes diferenças dependendo da proposta do jardim e do tamanho do jardim. Jardins menores, tem custos por metro quadrado bem maiores, como referencia uma pequena floreira num apartamento, pode custar mais de R$ 400 por m2 dependendo das plantas e da situação. Uma boa parceria entre o cliente e o paisagista é decisiva para poder adaptar a proposta ao orçamento previsto pelo cliente. É importante alertar que estos custos estão referidos ao Santa Catarina e concretamente a região de Joinville. Cada paisagista deve fazer as suas contas, para poder ter uma base de calculo, para apresentar a seus clientes.



Para ter acesso ao post atualizado (2021): https://aboavistapaisagismo.blogspot.com/2021/07/quanto-custa-um-jardim-2021.html