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04 agosto 2011

Google homenageia Burle Marx

"O Google adaptou o logotipo de sua página inicial do Brasil para fazer uma homenagem ao 102º aniversário do nascimento de Roberto Burle Marx (1909-1994). O desenho tem referências ao estilo do paisagista e faz alusão direta a algumas obras dele, como os projetos do aterro do Flamengo e do calçadão de Copacabana.


"Doodle" em homenagem ao paisagista Roberto Burle Marx (Reprodução)

BURLE MARX

Entre suas principais obras estão os projetos paisagísticos do Eixo Monumental de Brasília, do aterro do Flamengo e do prédio da Unesco em Paris.

Em seus jardins, muitos deles associados a construções modernas, Burle Marx costumava usar espécies raras da flora brasileira.

O paisagista nasceu em 4 de agosto de 1909 e morreu em 4 de junho de 1994."

Uma bela homenagem.

Fonte : Folha

30 julho 2011

Pedras Portuguesas

Esse é o nome do ensaio do Fotografo Carioca Bruno Veiga.
A série retrata detalhes dos desenhos da orla de Copacabana, Rio de Janeiro, trabalho do Paisagista Roberto Burle Marx.



Foto : Bruno Veiga


Foto : Bruno Veiga


Foto : Bruno Veiga



Foto : Bruno Veiga

01 novembro 2009

No Centenario de Burle Marx

Uma imagem extraordinária do Orthophytum Burle Marxii. Uma bromelia brasileira pouco conhecida e que merece ser melhor divulgada.

02 setembro 2009

Burle Marx - O Poeta dos Jardins

Diário do Nordeste


Edição de 31 de Agosto de 2009 | Edição Atual



Gente - Caderno de 30/8/2009

CAPA (30/8/2009)

Um dos homenageados da Casa Cor Ceará 2009, Roberto Burle Marx revolucionou o paisagismo no Brasil, deixando seu talento registrado em jardins espalhados em várias partes do País. A homenagem é bem oportuna, já que neste mês se comemora o seu centenário de nascimento.

Um dos maiores paisagistas do nosso século, premiado internacionalmente, Burle Marx era artista multifacetado. Além de moldar a natureza, foi, também, desenhista, pintor, tapeceiro, ceramista, escultor, pesquisador, cantor e criador de jóias, sensibilidades que conferiram características específicas a toda a sua obra.

Nascido em São Paulo, a 4 de agosto de 1909, passou a residir no Rio de Janeiro a partir de 1913. Da mãe Cecília Burle, herdou o amor pela música e pelas plantas. O seu interesse pela variedade de espécies, formas e cores das plantas brasileiras despertou-se muito cedo. Ainda garoto, começou a colecionar e entender o cultivo, enxertia, hábitos e reprodução de cada espécie. O que parecia, a princípio, apenas curiosidade ou hobby, logo se traduziu em estudo, pesquisa, criação e opção profissional.

O cuidado com as plantas e a exuberância de cores e formas do jardim domiciliar chamaram a atenção do amigo e vizinho, o já consagrado arquiteto Lúcio Costa. Este o incentivou e lhe encomendou o primeiro projeto paisagístico, em 1932, para a residência da família Schwartz, na Rua Bulhões de Carvalho, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

A carreira dele ganhou impulso entre 1934 -1937, quando foi diretor de Parques e Jardins em Recife (PE). Nesse cargo, reformou e projetou os primeiros jardins públicos de natureza ecológica no Brasil, abrasileirando,no encalço do movimento moderno, a arte da fazer jardins.

Em 1949, comprou o sítio Santo Antônio da Bica, em Barra de Guaratiba, no Rio de Janeiro, onde organizou sua coleção de plantas e, em 1975, mudou-se para lá. Em 1985, doou esse sítio, com todo o seu acervo, à extinta Fundação Nacional Pró Memória, atual Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - Iphan.

No Ceará

No Ceará, deixou sua marca em vários projetos, viabilizados com a colaboração de Ricardo Marinho, paisagista cearense que teve Marx como mentor. Para Marinho, Marx reinventou o desenho da paisagem dentro dos conceitos mais modernistas da época.

"Além do traçado diferenciado, estruturado em função da sua fácil visualização do espaço, incorporou à sua sensibilidade os princípios estéticos e artísticos trazidos de sua formação em pintura e desenho, associando-os ao conhecimento botânico que possibilitava a inclusão de elementos vegetais de uma paisagem brasileira", comenta Marinho.

No Ceará, Marinho executou projetos de Marx como a residência de Denise Pontes; Vicunha Nordeste; Banco do Nordeste do Brasil; Hotel Caesar Park; Centro Empresarial Clóvis Rolim; e o Theatro José de Alencar.




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