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24 novembro 2010

El Lobby (Esp)

La fuerza de la floricultura

Se habla siempre en voz alta sobre la importancia económica de la floricultura, de los empleos que generamos, de las divisas que traemos, de nuestra contribución al desarrollo del país, de cómo nuestro sector es importante para el medio ambiente y de qué manera contribuimos en mejorar la calidad de vida de las personas. Y a pesar de todo esto, somos solemnemente ignorados por las autoridades. O lo que es peor, en la mayoría de los casos, somos usados; pagamos la cuenta y, todavía, aplaudimos.

¿Y por qué todo esto? ¿Será que nuestro sector no es importante? Claro que lo es. ¿No generamos empleos, renta y calidad de vida? ¿Por qué no somos reconocidos por estas condiciones y tratados con seriedad y respeto? Sencillamente, porque somos buenos productores, comerciantes y profesionales de la floricultura, del paisajismo y del viverismo, pero somos unos pésimos lobbistas.

Apareció la palabra maldita: lobby. ¡Vade retro, Satanás! El lobby es la actividad del demonio. Siempre está ligado a asuntos sórdidos, poco transparentes y con frecuencia involucra juegos de intereses personales y puntuales. Nuestro sector no sabe hacer lobby, y cuando lo hace, lo realiza de una forma intuitiva, sin objetivos claros y utilizando técnicas equivocadas.

La pregunta que debemos hacernos antes que nada es si hacer lobby es malo.

Y la respuesta será un sonoro: “Depende”. ¿Por qué “depende”? Porque si el lobby se hace para defender intereses sectoriales, de manera transparente y clara, utilizando estrategias propositivas, entonces, es legítimo y lícito.

Hacer lobby exige trabajo, profesionalismo y mucha dedicación, no es un trabajo fácil y no siempre nos garantiza los resultados esperados. Pero no hacerlo (o hacerlo mal) representa, con seguridad, costos elevados para el sector. En otras palabras, vale la pena la inversión y el esfuerzo.

Lobby no es una actividad gastronómica llevada a cabo sobre la base de almorcé con el Ministro, o etílica, como cuando escuchamos a un importante líder del sector, decir “tomé un vino con el Director General de tal o cual sector”. Lobby es una actividad que nos exige definir objetivos claros, elaborar planos de acción detallados, conocer a las personas que tienen el poder de decisión en el sector público, estar informado de los proyectos que están en elaboración y actuar sobre ellos, proponiendo mejorías y mostrando, con datos veraces, el impacto positivo o negativo que la implantación de esta o de aquella ley tendrá sobre el sector. Lobby es un juego para profesionales, que no se gana sin conocimiento y esfuerzo, para el que será necesario invertir tiempo y dinero.

Una recomendación, busque la película Gracias por fumar (Thank you for smoking, del 2005), de Jason Reitman. Vale cada minuto.

22 outubro 2009

Bradesco e a Floricultura


O Banco Bradesco lançou uma simpatica campanha publicitaria que tem como protagonista a flor.
A imagem positiva que projeta do setor de floricultura, ajuda a gerar autoconfiança num setor que cresce a cada dia.
Vale a pena dar uma olhada.

02 julho 2009

Floricultura um setor em expansão

A Floricultura catarinense é um dos setores agrícolas que mais tem desenvolvido nos últimos anos, a região norte do estado tem liderado, Joinville e Corupa são os dois principais pólos produtores desta região.

A produção catarinense ocupa um meritório 4 lugar a nível nacional e esta localizada num triangulo delimitado por Biguaçu e Florianópolis al sul , Laurentino e Rio D´oeste ao oeste e Garuva e Joinville ao norte. A base da nossa produção esta direcionada para o paisagismo, as plantas de jardim e a grama representam a maior parte do nosso produto, seguida pelas plantas anuais, também destinadas ao paisagismo. A principal característica do produto catarinense e a sua qualidade e a confiabilidade dos produtores, que num mercado extramente informal, tem construído uma imagem forte de seriedade.

É uma atividade de elevada intensidade econômica, sendo necessários fortes investimentos por área de produção e um elevado grau de conhecimento técnico e de profissionalismo, não é uma atividade para aventureiros ou impacientes. O retorno do investimento em geral só acontece a médio prazo, pelo que muitos dos que investiram no setor, acreditando no lucro rápido e fácil, acabaram desistindo. As empresas da região, são empresas sólidas, bem administradas e em geral bem estruturadas, algumas delas entre as maiores e melhores do pais.

As oportunidades se situam no mercado interno, mais que na exportação. No nível nacional, alem da comercialização no estado, os mercados mais interessantes para os produtores catarinenses são o Rio Grande do Sul, o Paraná e São Paulo, que representa hoje mais de 75 % do mercado nacional. Porem não é raro encontrar produto catarinense em estados tão distantes como Amazonas, Ceara ou Bahia. O que prova a qualidade e a competitividade da nossa floricultura.

As maiores ameaças para o setor, são a pouca diversidade de plantas, com a maioria de produtores ofertando os mesmos produtos, provocando uma guerra de preços e uma redução da variedade o que tem obrigado os clientes tradicionais a procurar outros pólos produtores para complementar os seus pedidos. O aumento constante de custos, principalmente de mão de obra e o numero cada vez maior de exigências burocráticas e legais, que penalizam o produtor formal e organizado.

As oportunidades se apresentam na forma de novos mercados, novos produtos e principalmente produtos de maior qualidade, para um cliente cada vez mais exigente. A qualificação dos produtores e o aumento da produtividade são os desafios que os produtores devem superar para vencer num mercado cada vez mais duro e competitivo.

23 janeiro 2008

Tanta gente precisando de emprego qualificado e o curso do Elias tem dificuldade em fechar uma turma. Provavelmente é porque todos acham que sabem muito e neste mundo das plantas, somos todos aprendizes.