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05 outubro 2015

5º Mutirão Mocotó Cor

Aconteceu neste sábado o 5º Mutirão Mocotó Cor. Com realização do Instituto Vilson Groh, ACAM - Associação da Casa dos Amigos e Adolescentes do Morro do Mocotó, a participação de diversas parcerias públicas, como a Comcap, OAB/SC e a Prefeitura de Florianópolis, além do engajamento dos voluntários Koerich Imóveis, da doação das tintas pela Tintas Renner, Consultoria pela A Boa Vista Paisagismo e de inúmeros outros voluntários.  A ação está focada na pintura de 44 casas no alto do Morro da Queimada e no Dia das Crianças, com uma manhã de muita recreação. Para pintar os sete e as casas da queimada, para deixar o mês das crianças muito mais colorido.





Além desse dois fortes movimentos, será realizado também a instalação de placas de conscientização e um projeto piloto de levar nome e identidade ao morro do Mocotó com a instalação de placas com nomes das ruas.



E para finalizar será feito a inclusão de mais verde no local.


17 agosto 2015

Hora de mexer no Jardim?


Sempre há uma hora em que é preciso mexer no jardim. Por boa que seja a manutenção é normal que o jardim com o tempo sofra algum tipo de depreciação e que seja necessário mudar algumas coisa.E quando chega a hora como proceder?

Primeiro passo é analisar o que deve e não ser feito. Precisa mesmo trocar as plantas? Ou uma poda mais forte e uma boa adubação resolve? Quanto tempo faz que foi feita a última manutenção? Quais são as causas do deterioro? Responder a estas perguntas é vital para não cair em despesas desnecessárias.

Algumas dicas:

1.- Algumas plantas tem um prazo de validade e não vão durar para sempre, será preciso substitui-las, mas a maioria de plantas, desde que bem mantidas, duram muitos anos. Escolha plantas perenes que durem mais tempo e use flores de estação só nos lugares de maior destaque do jardim.





2.- economizar na manutenção, quase sempre, acaba custando mais caro. Podas, adubações periódicas, a retirada de flores velhas e a limpeza do mato mantém o jardim bonito por mais tempo e reduz a necessidade e o custo de reformas maiores ou de substituição de plantas. Um jardim sadio precisa de cuidados regulares, adubação deve ser feita no mínimo a cada 3 meses.



3.- cuidado com os jardineiros que só querem trocar plantas. Só trocar as plantas sem preparar bem os canteiros e recompor a fertilidade do solo pode ser um mal negocio. É melhor gastar R$ 5 no preparo do solo e R$ 1 numa planta que vai desenvolver melhor, que economizar no preparo do solo e gastar numa planta que não vai desenvolver.


como-melhorar-solo-do-seu-jardim

Finalmente consulte sempre bons profissionais, não sempre as plantas mais caras são as melhores para cada jardim, há muitas plantas de baixo custo que dão bom resultado. Plantas com flores ou folhas coloridas são sempre uma boa alternativa e plantas que precisam de podas constantes como os buxinhos, acabam tendo um custo de manutenção elevado.



Os meses de julho e agosto são os melhores para preparar o jardim para a primavera e o verão. Aproveite as dicas.

10 julho 2015

Sustentabilidade no bolso


Sustentabilidade é um tema que não podemos deixar de fora na hora de falar do jardim e a sustentabilidade tem vários pontos a ser considerados, o primeiro é o da nossa responsabilidade ambiental, o compromisso com um ambiente mais sustentável, que utilize menos recursos, que aproveite melhor os insumos e que ainda acabe custando menos, porque um projeto de paisagismo sustentável é um projeto que tem também um custo de manutenção menor.
Perceber que um bom projeto custa menos e que um jardim sustentável oferece melhor resultado para todos não é sempre bem percebido pelo cliente que facilmente cai na armadilha do barato que sai caro. Economizar no preparo do solo, na escolha das plantas ou na regularidade da manutenção acaba sendo um péssimo negocio. O risco pode ser até de perder todo o investimento.
Na hora de pensar no jardim é necessário pensar no custo mensal. Escolher plantas que exijam menos manutenção e que não precisem ser trocadas com tanta frequência. Não é necessário abrir mão de um jardim florido, é possível usar flores perenes que não precisam ser trocadas e reservar as plantas anuais para os pontos de maior destaque.
Pequenos arbustos de flor são também uma boa alternativa para um bom jardim, requerem pouca manutenção, não precisam ser trocados e se bem escolhidos nos permitem ter um jardim florido durante todo o ano.
A grama, especialmente em áreas excessivamente pequenas, com menos de 50 m2, por exemplo, exige muita mão de obra e cortes regulares, em geral devemos calcular entre 12 e 14 cortes por ano, o corte da grama representa além de um elevado custo da mão de obra, custos adicionais de energia ou combustível. Para estas áreas a melhor opção é utilizar as forrações, plantas que tem o aspecto e o desenvolvimento das gramas e que podem ser cortadas até uma única vez ao ano e que ainda podem acrescentar cor e textura ao jardim.
Não esqueça a sustentabilidade começa no projeto e se sente no bolso.





26 fevereiro 2015

Cordyline terminalis

Quer cor no seu jardim o ano todo? Arbustos com folhas coloridas são uma ótima opção. 
A Cordyline terminalis é perene e exige poucos cuidados, podendo ser plantada tanto à meia-sombra quanto sob sol pleno, desde que o solo seja mantido úmido, com boa drenagem e rico em matéria orgânica. É ideal para a composição de conjuntos e em fileiras próximos a muros e paredes.


26 janeiro 2010

Cidade das Flores


Joinville, em Santa Catarina, tem o titulo de Cidade das Flores.Os títulos devem ser renovados e conquistados constantemente. Só no hino brasileiro que se menciona o "Deitado eternamente em berço esplêndido" se de fato queremos que não sejam só os nossos campos os que tenham mais flores, precisamos fazer das nossas cidades espaços mais floridos, mais verdes.

Faça a sua parte, para evitar que as únicas flores da sua rua sejam as desta imagem.

10 agosto 2009

Veiling muda de endereço

Fonte: Estadão – 09/08/2009

Maior leilão de flores muda de endereço

Projeto de R$ 60 milhões é o mais alto investimento da história no setor

Paula Pacheco

Às seis da manhã, o movimento já é intenso na área de leilões da Cooperativa Veiling Holambra, em Santo Antônio de Posse, vizinha a Holambra, no interior paulista. Responsável pela comercialização de cerca de 30% das plantas e flores consumidas no Brasil, a cooperativa faz os últimos ajustes no novo espaço para a venda da produção. A inauguração oficial será em setembro, mas desde 27 de julho o maior leilão de flores e plantas do País mudou de endereço.

Os R$ 60 milhões gastos no projeto representam o maior investimento feito até hoje pela indústria de flores e plantas. Vão resultar em um ganho de produtividade por causa da maior rapidez nas negociações, no aumento da área de refrigeração, onde a produção é armazenada antes e depois dos leilões. As câmeras frigoríficas trabalham com duas variações de temperatura: de 4° a 8° e de 17° a 20°. Antes, só 30% da produção era armazenada sob refrigeração.

Com a área ampliada, um dos objetivos é reduzir o descarte, que antes era de cerca de 5% ao dia. Se o produto passar um pouco do ponto, perde-se a venda. Flor com jeito de desmilinguida tem destino certo, o lixo.

Cerca de 300 compradores de todo o País participam dos leilões. Sentam-se em duplas diante de painéis eletrônicos individuais, enfileirados em uma plateia em plano inclinado que facilita a observação minuciosa das mercadorias. Começa o desfile. Funcionários dirigem carrinhos elétricos apinhados de plantas e flores. O preço mínimo, dado pelo produtor, é anunciado em um dos dois painéis (os "klocks"). Os compradores disputam para levar as melhores plantas pelo menor preço.

Os 300 cooperados da Veiling colhem por ano entre 210 milhões e 215 milhões de unidades (vasos, no caso das espécies plantada, ou dúzias, quando se trata de espécie de corte, como as rosas). Há desde os produtores pequenos, que faturam na faixa dos R$ 100 mil por ano, aos maiores, que chegam a uma receita de R$ 10 milhões.

José Benedito Dainezi, dono da propriedade Flora Diamante, é um dos pequenos e fala da dificuldade em planejar receita e despesa: "Um vaso de gérbera pode custar de R$ 2,50 a R$ 4,50. Depende da procura."

Gerente comercial da Veiling, Carlos Godoy festeja a nova fase da floricultura. No primeiro dia de leilão no novo espaço, as vendas foram 20% maiores. Neste ano, a cooperativa prevê um faturamento de R$ 250 milhões. "Ao contrário de produtores como a Colômbia, que investem só em produção, nós também investimos no comércio", diz.

ATÉ O CONSUMIDOR

Um comprador do Grupo Pão de Açúcar, maior rede de varejo do País, participa todos os dias do leilão da Veiling. Tem como missão escolher produtos que serão distribuídos pelas lojas no País.

Segundo Marcos Betelli, gerente comercial de Jardinagem, de janeiro a julho, as vendas de flores e plantas aumentaram 26% na comparação com igual período de 2008. Só as flores cresceram 30%. A meta é terminar o ano com alta de 20%.

A violeta é uma das campeãs de venda nas lojas do Pão de Açúcar, Extra, CompreBem, Sendas e Extra Perto. São 170 mil vasinhos por mês, o que dá uma média de 4 violetas comercializadas por minuto.

O segmento de negócio, explica Betelli, tem recebido um tratamento especial na empresa. Ganhou espaço privilegiado na parte da frente das lojas, próximo aos caixas. Com a estratégia, o consumidor que não resiste a uma compra por impulso é laçado logo de cara.

"Flor na porta da loja vende mais e embeleza", resume o gerente. A estratégia incluiu as classes C e D, que nos últimos anos têm aproveitado a melhora do poder de compra para levar novidades para casa - entre elas, as flores e plantas, além de acessórios como vasos, terra e adubos especiais.