Mostrando postagens com marcador paisagismo residencial. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paisagismo residencial. Mostrar todas as postagens

24 março 2022

Revitalização dos Jardins de Burle Marx - Edifício Luxemburgo

 

Projeto de paisagismo revitalizado. 
































































Projeto revitalizado. 



Joinville tem um projeto de Roberto Burle Marx. além da sua contribuição ao projeto das Praças Dario Salles e da Bandeira, Roberto Burle Marx projetou o paisagismo do Edifício Luxemburgo.  

Ao longo do tempo o projeto original foi descaracterizado em alguns pontos e o condomínio decidiu recuperar o projeto original. Para isto contratou os serviços do nosso escritório e pela experiência em outros projetos de Roberto Burle Marx foi possível recuperar os detalhes originais das cascatas e do espelho d´agua.


Não foi possível recuperar o projeto de vegetação e inicialmente a recuperação desta parte ficou para uma próxima etapa. Nesta primeira fase foi recuperado o espelho d´agua e as cascatas. Motivo de orgulho para nossa equipe e uma oportunidade para recuperar um patrimônio que corria o risco de se perder.





Projeto revitalizado. 


Projeto revitalizado. 


Projeto revitalizado. 



Projeto revitalizado. 




























Projeto antes da revitalização










































16 agosto 2021

Morada de Gaia - Investcorp Empreendimentos

 Natureza e jardim integrados

 

Quando um jardim é mais que um jardim. O projeto de paisagismo deste empreendimento rompeu conceitos e integrou o jardim do empreendimento com a área de bosque. O que era um talude íngreme com poucas arvores e uma vegetação rala ganhou vida com uma proposta arrojada, que incorpora completamente o morro ao empreendimento “Morada de Gaia”.

Poder recuperar uma área verde desta importância e tamanho no centro da cidade é um privilégio e um desafio. A topografia do terreno exigiu soluções técnicas complexas para permitir a integração dos espaços naturais e construídos.

Muros de pedra, cascatas, um bosque e um pomar com arvores nativas formam um conjunto harmônico projetado para ser usado pelas famílias da “Morada de Gaia”. Além do pomar a recuperação da mata com Palmitos e outras plantas de frutos comestíveis para a avifauna urbana compõem o conjunto. 
























"Estamos comemorando 50% das unidades vendidas em 3 meses de lançamento. Um sucesso que só foi possível por termos um projeto tão incrível, desenvolvido pelos melhores profissionais da cidade. Agradecemos pela dedicação e parceria. Que venham muitos projeto! 

Com carinho,

Equipe Investcorp Empreendimentos"










































Crédito: Investcorp Empreendimentos



Crédito: Investcorp Empreendimentos



Crédito: Investcorp Empreendimentos



Crédito: Investcorp Empreendimentos




Para saber mais sobre o empreendimento, acesse: https://investcorpempreendimentos.com.br/joinville/morada-de-gaia/

21 julho 2021

Quanto custa um jardim? 2021




Antes de contratar o projeto, o cliente sempre pergunta: quanto vai custar o jardim? A resposta não é simples, porque dependerá de muitas variáveis. O tamanho da área, a complexidade da obra, o padrão e os tipos de plantas, o lugar ou aspectos técnicos, como a disponibilidade de materiais e insumos perto do local. 

Um jardim de 50 m² numa cobertura não terá o mesmo custo que outro de 10,000 m² numa fazenda. Temos que calcular sempre o preço por m² e não nos deixar influenciar pelo preço total. Isso porque quando falamos de preço total para jardins diferentes acabamos gerando mal entendidos e distorcemos o conceito de valor e preço.

O setor da construção civil utiliza o CUB (Custo Unitário Básico) como uma referência de preço e custo, e é importante entender este conceito. O cliente sabe que o preço da sua obra será o resultado de multiplicar o número de metros quadrados pelo valor do CUB. Poderá ainda calcular alguns ajustes de acordo com o padrão da obra, mas terá uma base de cálculo para poder orçar com precisão antes de iniciar a construção.





No paisagismo isso nem sempre acontece. Imaginemos uma floreira numa cobertura, em que todos os materiais têm que subir pelo elevador. Muitos condomínios residenciais definem horários rígidos para entrada de materiais e para a realização de trabalhos de manutenção, o que reduz muito o tempo útil de trabalho. O resultado é que a obra acaba custando mais. A mesma floreira, se estivesse alocada na planta baixa do mesmo edifício, poderia chegar a custar até 40% menos, utilizando as mesmas plantas e materiais. O mesmo acontece com o tipo de jardim. Um canteiro com bromélias, orquídeas ou plantas de alto valor unitário terá um custo por m² superior a um jardim com grama ou forrações. O tamanho e a qualidade das plantas tem um peso importante na hora de calcular o custo final do jardim. Podemos especificar árvores de 2,00 m de altura e um DAP (Diâmetro a Altura do Peito) de 2 a 3 cm, ou árvores de 4,00 a 5,00 m e um DAP de 15 a 20 cm, e o preço poderá variar de poucas dezenas de reais a milhares de reais por unidade.




Certa vez, tivemos duas situações interessantes. No projeto de uma indústria, o cliente nos informou que teríamos um orçamento de R$ 150 mil para o projeto e a execução. O cliente estava nos dizendo que poderíamos elaborar um bom projeto e que não faltariam recursos para fazer um bom jardim. Olhando a planta e num cálculo rápido, comentei que a área total a ser trabalhada seria de mais de 100.000 m² e que mesmo com grandes áreas de gramado, como estava previsto, o custo não seria inferior a R$ 1 milhão e que provavelmente ficaria mais perto do R$ 1,5 milhão. No primeiro momento ficou surpreso. Achava que tinha previsto um orçamento suficiente para o projeto de paisagismo e o jardim. Fizemos algumas contas e na hora percebeu que com o orçamento previsto nem conseguiria colocar grama em toda a área, sem considerar nenhum outro investimento adicional.

Este exemplo não é um caso isolado. No projeto de um condomínio residencial o orçamento era de pouco mais de R$ 60 mil para aproximadamente 2.000 m² de jardim. O investimento do empreendimento foi de mais de R$ 15 milhões e para paisagismo o total representa menos de 0,5% do total do investimento. Outra situação é a que encontramos na hora de projetar ou executar um jardim pequeno. Às vezes, do tamanho de uma floreira. Nestes casos, os custos básicos de visita, trabalho de escritório e acompanhamento, representam um valor significativo para um trabalho pequeno em área, mas complexo e envolvente. Neste caso o custo por m² de jardim pode chegar a milhares de reais.


Estes são parte dos dilemas que enfrentamos na hora de responder a pergunta: quanto custa o jardim? Com mais de 30 anos de experiência e quase mil projetos executados, temos compartilhado com os nossos clientes a lógica do CUP (Custo Unitário de Paisagismo). Ela nos permite informar na hora em que contrata o projeto qual será o custo aproximado da execução. Desenvolvemos três níveis de custo, de acordo com as variáveis que devem ser consideradas e logicamente estes valores mudam de região para região, mas mantém a sua lógica e proporção.











Nível A – Jardins mais simples

Uso de plantas de menor porte, menor densidade de plantio e espécies mais rústicas. São jardins com extensões maiores de grama ou forrações. Com árvores de porte menor, até 2 m de altura e menor quantidade de canteiros de flor. Basicamente são jardins com plantas perenes e baixo custo de manutenção. É o padrão para grandes áreas, para projetos imobiliários mais econômicos. Incluem alguns bancos e áreas de pisos, mas preferencialmente utilizam pisos permeáveis de pó de brita ou saibro compactado para os caminhos e circulações.


Nível B – Jardins de padrão médio

Uso de árvores de porte médio, com canteiros de flor e arbustos floríferos. Maior densidade de plantio e utilização de plantas e flores de maior qualidade e preço. Árvores de até 4 metros de altura, palmeiras de 3 a 4 metros e arbustos de mais de 1 metro de altura. Plantas bem desenvolvidas e com maior padrão. Com utilização de chips, adubos de lenta liberação e materiais de acabamento diferenciados. Incorporam equipamentos básicos como bancos e playgrounds de baixa complexidade.


Nível C – São os jardins de alto padrão

Uso de plantas exemplares. Árvores de mais de 5 metros de altura, que requerem, na construção, da utilização de equipamentos pesados como guindastes e escavadeiras, com obras de complexidade como lagos, córregos, pergolados, áreas de lazer e playgrounds.

Quais os valores para cada nível?

Um jardim do nível A terá um custo entre R$75 e R$90 por m². Um jardim de nível B custaria entre R$110 e R$145 por m² e para os de nível C o custo por m² se situa entre os R$150 e os R$280 também por m². Entendendo que neste último caso o céu é o limite. Um jardim vertical com orquídeas pode custar até 10 vezes este preço. O objetivo não é definir uma “tabela” de preços e sim compartilhar os preços praticados pelo mercado na região norte de Santa Catarina.


Um alerta

Desconfie de preços muito baixos. Preços abaixo dos custos significam problemas ou na qualidade das plantas, ou na troca das plantas especificadas por outras de preço e tamanho inferior. Preços baixos demais significam economia no preparo do solo, nas quantidades de fertilizante, na profundidade de preparo, ou trabalhar com funcionários sem registro, sem equipamentos de segurança e sem treinamento adequados. Não há milagres. Investir num projeto para depois economizar centavos na hora da execução é um erro muito comum. Um erro cometido na maioria das vezes por desconhecimento. Quando não se dispõe de muito dinheiro é preferível investir no preparo do solo e comprar mudas menores, que depois crescerão. O preparo do solo é o alicerce de todo bom jardim. Um bom projeto especifica as quantidades, os tamanhos, as embalagens e as densidades de plantio. Assim é mais fácil evitar problemas posteriores.





13 maio 2021

Bromélias e dengue

 


Bromélias e dengue


Quando a dengue escapa de controle e as autoridades sanitárias além do combate a pandemia do COVID 19 tem que mostrar serviço, acontecem exageros e se buscam culpados. Nesta caça as bruxas, quase sempre pagam os inocentes e no caso do combate a dengue as primeiras vitimas foram as plantas em vaso e concretamente as bromélias.


Uma infeliz campanha publicitaria utilizou a imagem de uma bromélia como símbolo do combate a dengue, incluindo a mensagem de evitar a agua parada e vinculando erroneamente as bromélias a proliferação do mosquito transmissor da dengue o Aedes aegypti.


A desinformação e o alarmismo ocasionaram prejuízos milionários aos produtores de plantas ornamentais e concretamente aos de bromélias. Afortunadamente o prestigioso Instituto Oswaldo Cruz (Fiocruz) do Rio de Janeiro elaborou um estudo cientifico, aqui estão os links do trabalho, comprovando que as bromélias não são as vilãs e que não devem ser erradicadas dos nossos parques, jardins e matas. Elas não constituem focos preferenciais do mosquito da dengue. Muito pelo contrario, as áreas com bromélias não apresentam índices de contagio maiores e os reservatórios de agua formados pela coroa das plantas não é o criadouro do mosquito da dengue que muitos acreditavam.


Muitas cidades na primeira metade do século passado, para combater a malária cortaram matas, arrancaram arvores e destruíram bromélias. Agora, em menor escala, vemos com preocupação a mesma sanha higienista que levou a destruição de matas e florestas urbanas. Devemos sim manter quintais, jardins e os espaços urbanos livres de agua parada, os focos que devem ser atacados pela vigilância sanitária, são aqueles comprovadamente preferidos pelos mosquitos do gênero Aedes para colocar seus ovos, como caixas d’agua destampadas, piscinas, toneis, ferro velhos e outros depósitos de agua parada e evitar a proliferação dos mosquitos transmissores da dengue, da chicungunha, sem que para isto seja necessário arrancar e destruir plantas nativas da mata atlântica, muitas delas endêmicas da nossa região e do nosso estado.

Foto: Projeto Boa Vista Paisagismo em Joinville SC.
Foto: Projeto Boa Vista Paisagismo em Joinville SC.

04 setembro 2019

Quanto custa um jardim? 2019




Este post tem sido um dos mais acessados aqui no blog e resolvemos atualizar os valores para mantê-lo atualizado.


Quanto custa um jardim?

Antes de contratar o projeto, o cliente sempre pergunta: quanto vai custar o jardim? A resposta não é simples, porque dependerá de muitas variáveis. O tamanho da área, a complexidade da obra, o padrão e os tipos de plantas, o lugar ou aspectos técnicos, como a disponibilidade de materiais e insumos perto do local. Um jardim de 50 m² numa cobertura não terá o mesmo custo que outro de 10,000 m² numa fazenda. Temos que calcular sempre o preço por m² e não nos deixar influenciar pelo preço total. Isso porque quando falamos de preço total para jardins diferentes acabamos gerando mal entendidos e distorcemos o conceito de valor e preço.

O setor da construção civil utiliza o CUB (Custo Unitário Básico) como uma referência de preço e custo, e é importante entender este conceito. O cliente sabe que o preço da sua obra será o resultado de multiplicar o número de metros quadrados pelo valor do CUB. Poderá ainda calcular alguns ajustes de acordo com o padrão da obra, mas terá uma base de cálculo para poder orçar com precisão antes de iniciar a construção.

No paisagismo isso nem sempre acontece. Imaginemos uma floreira numa cobertura, em que todos os materiais têm que subir pelo elevador. Muitos condomínios residenciais definem horários rígidos para entrada de materiais e para a realização de trabalhos de manutenção, o que reduz muito o tempo útil de trabalho. O resultado é que a obra acaba custando mais. A mesma floreira, se estivesse alocada na planta baixa do mesmo edifício, poderia chegar a custar até 40% menos, utilizando as mesmas plantas e materiais. O mesmo acontece com o tipo de jardim. Um canteiro com bromélias, orquídeas ou plantas de alto valor unitário terá um custo por m² superior a um jardim com grama ou forrações. O tamanho e a qualidade das plantas tem um peso importante na hora de calcular o custo final do jardim. Podemos especificar árvores de 2,00 m de altura e um DAP (Diâmetro a Altura do Peito) de 2 a 3 cm, ou árvores de 4,00 a 5,00 m e um DAP de 15 a 20 cm, e o preço poderá variar de poucas dezenas de reais a milhares de reais por unidade.

Certa vez, tivemos duas situações interessantes. No projeto de uma indústria, o cliente nos informou que teríamos um orçamento de R$ 150 mil para o projeto e a execução. O cliente estava nos dizendo que poderíamos elaborar um bom projeto e que não faltariam recursos para fazer um bom jardim. Olhando a planta e num cálculo rápido, comentei que a área total a ser trabalhada seria de mais de 100.000 m² e que mesmo com grandes áreas de gramado, como estava previsto, o custo não seria inferior a R$ 1 milhão e que provavelmente ficaria mais perto do R$ 1,5 milhão. No primeiro momento ficou surpreso. Achava que tinha previsto um orçamento suficiente para o projeto de paisagismo e o jardim. Fizemos algumas contas e na hora percebeu que com o orçamento previsto nem conseguiria colocar grama em toda a área, sem considerar nenhum outro investimento adicional.

Este exemplo não é um caso isolado. No projeto de um condomínio residencial o orçamento era de pouco mais de R$ 60 mil para aproximadamente 2.000 m² de jardim. O investimento do empreendimento foi de mais de R$ 15 milhões e para paisagismo o total representa menos de 0,5% do total do investimento. Outra situação é a que encontramos na hora de projetar ou executar um jardim pequeno. Às vezes, do tamanho de uma floreira. Nestes casos, os custos básicos de visita, trabalho de escritório e acompanhamento, representam um valor significativo para um trabalho pequeno em área, mas complexo e envolvente. Neste caso o custo por m² de jardim pode chegar a milhares de reais.

Estes são parte dos dilemas que enfrentamos na hora de responder a pergunta: quanto custa o jardim? Com mais de 30 anos de experiência e quase mil projetos executados, temos compartilhado com os nossos clientes a lógica do CUP (Custo Unitário de Paisagismo). Ela nos permite informar na hora em que contrata o projeto qual será o custo aproximado da execução. Desenvolvemos três níveis de custo, de acordo com as variáveis que devem ser consideradas e logicamente estes valores mudam de região para região, mas mantém a sua lógica e proporção.

Nível A – Jardins mais simples
Uso de plantas de menor porte, menor densidade de plantio e espécies mais rústicas. São jardins com extensões maiores de grama ou forrações. Com árvores de porte menor, até 2 m de altura e menor quantidade de canteiros de flor. Basicamente são jardins com plantas perenes e baixo custo de manutenção. É o padrão para grandes áreas, para projetos imobiliários mais econômicos. Incluem alguns bancos e áreas de pisos, mas preferencialmente utilizam pisos permeáveis de pó de brita ou saibro compactado para os caminhos e circulações.

Nível B – Jardins de padrão médio
Uso de árvores de porte médio, com canteiros de flor e arbustos floríferos. Maior densidade de plantio e utilização de plantas e flores de maior qualidade e preço. Árvores de até 4 metros de altura, palmeiras de 3 a 4 metros e arbustos de mais de 1 metro de altura. Plantas bem desenvolvidas e com maior padrão. Com utilização de chips, adubos de lenta liberação e materiais de acabamento diferenciados. Incorporam equipamentos básicos como bancos e playgrounds de baixa complexidade.

Nível C – São os jardins de alto padrão
Uso de plantas exemplares. Árvores de mais de 5 metros de altura, que requerem, na construção, da utilização de equipamentos pesados como guindastes e escavadeiras, com obras de complexidade como lagos, córregos, pergolados, áreas de lazer e playgrounds.

Quais os valores para cada nível?

Um jardim do nível A terá um custo entre R$60 e R$80 por m². Um jardim de nível B custaria entre R$90 e R$120 por m² e para os de nível C o custo por m² se situa entre os R$120 e os R$250 também por m². Entendendo que neste último caso o céu é o limite. Um jardim vertical com orquídeas pode custar até 10 vezes este preço. O objetivo não é definir uma “tabela” de preços e sim compartilhar os preços praticados pelo mercado na região norte de Santa Catarina.

Um alerta
Desconfie de preços muito baixos. Preços abaixo dos custos significam problemas ou na qualidade das plantas, ou na troca das plantas especificadas por outras de preço e tamanho inferior. Preços baixos demais significam economia no preparo do solo, nas quantidades de fertilizante, na profundidade de preparo, ou trabalhar com funcionários sem registro, sem equipamentos de segurança e sem treinamento adequados. Não há milagres. Investir num projeto para depois economizar centavos na hora da execução é um erro muito comum. Um erro cometido na maioria das vezes por desconhecimento. Quando não se dispõe de muito dinheiro é preferível investir no preparo do solo e comprar mudas menores, que depois crescerão. O preparo do solo é o alicerce de todo bom jardim. Um bom projeto especifica as quantidades, os tamanhos, as embalagens e as densidades de plantio. Assim é mais fácil evitar problemas posteriores.



Para ter acesso ao post atualizado (2021): https://aboavistapaisagismo.blogspot.com/2021/07/quanto-custa-um-jardim-2021.html


09 junho 2015

Jardim Residencial em Campo Alegre | SC


                   Olá,
Essas são fotos de um projeto antigo nosso na cidade de Campo Alegre em Santa Catarina. 
Um dos atrativos do jardim é um pergolado coberto com Glicínia (Wisteria floribunda) para curtir os dias de sol do inverno. Outro elemento que compõe o conjunto é a água; presente em forma de um grande lago e riachos com pequenas cascatas.







29 maio 2015

CASA HAYASHI

Boa tarde,
Chegou ao fim mais um mês de muito trabalho.
Aproveitamos para divulgar mais um trabalho nosso publicado; dessa vez no respeitado site ARCHDAILY BRASIL.
Trata-se de um residencia com traços marcantes de arquitetura contemporânea, projetada pelo escritório THIAGO BORGES MENDES ARQUITETURA, na área rural de Joinville.
Até breve e um Ótimo Final de Semana.
As fotos são do talentoso fotografo LARRY SESTEM.




Confira a matéria no site abaixo;

http://www.archdaily.com.br/br/767106/casa-hayashi-borges-mendes-arquitetura

28 maio 2015

CASA DO LAGO

Bom Dia,
Essas são algumas fotos recentes do projeto mostrado ontem.
Nesse jardim o dialogo entre arquitetura e paisagismo se dá através de diferentes elementos; as palmeiras de grande porte, o gramado em frente à piscina e um conjunto de plantas junto ao acesso social da casa.
Para conformação do jardim junto ao acesso fui utilizado um recurso muito interessante; a contenção de um pequeno volume de terra por rochas de grande porte.






27 maio 2015

Publicação na REVISTA PROJETO DESIGN

Boa Tarde, 
Lembra que prometemos mostrar novas publicações de nossos projetos?
Está é a matéria sobre uma residencia de autoria do escritório M² ARQUITETURA em um condomínio fechado em Joinville / SC na Revista PROJETO DESIGN.
Uma das premissas do projeto era fazer a integração da casa com o lago existente no fundo do lote, tirando partido do visual da paisagem do entorno. 
Amanhã postaremos fotos com alguns detalhes do jardim.
Abraço,
Até breve






25 maio 2015

Arquitetura & Paisagismo

Olá, tudo bem?
Nos próximos dias iremos falar sobre a relação entre arquitetura e paisagismo, um assunto interessantíssimo.
A troca entre o jardim e o espaço construído é muito enriquecedora para as duas partes; uma vez integradas, é até difícil definir onde começa uma e termina outra.
Semana que vem também mostraremos alguns projetos recentes publicados em revistas e sites de renome nacional onde a arquitetura e o paisagismo são destaques.
Abraço


26 fevereiro 2015

Jardim Vertical

Mais um jardim vertical finalizado!!! 

Projeto: A Boa Vista Projetos de Paisagismo
Residência em Joinville/SC

12 fevereiro 2015

Casa SCH

"O jardim é uma natureza organizada pelo homem e para o homem."
Roberto Burle Marx

Projeto de Paisagismo: A Boa Vista Projetos de Paisagismo
Local: Joinville-SC





09 fevereiro 2015

Execução de Jardins Residenciais

O acompanhamento da implantação dos projetos da A Boa Vista Paisagismo tem início antes mesmo das plantas chegarem à obra. A conformação do terreno precisa ser trabalhada em alguns casos, para auxiliar na drenagem superficial, aumentar a privacidade e adequar a topografia com a paisagem local.




19 janeiro 2015

Antes e depois

Jardim Residencial em Joinville, projeto e execução em 2007.


13 janeiro 2015

Jardim residencial em Joinville SC



O reflexo dos Agapanthus "graskopf" na piscina e o contraste do verde com a textura da rocha oferecem um bom resultado.



29 agosto 2012

Paisagismo e Valorização


     " Em outro tópico abordado neste Blog, comentei sobre o efeito do investimento imobiliário básico na formação do patrimônio das famílias. Mas existem outros fatores igualmente importantes. Um deles, é o tratamento paisagístico dado aos prédios de apartamentos, aos conjuntos habitacionais e aos condomínios residenciais.
     A MRV realizou estudos detalhados e cuidadosos sobre esse efeito e pôde constatar que um complemento paisagístico esmerado e adequado costuma resultar no aumento de 20 a 30% no valor de mercado dos respectivos imóveis. Esse é um ganho patrimonial significativo para as famílias que adquirem imóveis com esse adicional agregado.
   Evidentemente, para que se alcance esse ganho é neccessário um planejamento cuidadoso. O tratamento paisagístico não pode ser encarado como mero complemento do projeto arquitetônico, como simples atendimento ao formalismo do licenciamento ambiental e nem, tampouco, como apenas mais um atrativo facilitador de vendas. O tratamento paisagístico temque ser considerado na exata dimensão dos benefícios que pode trazer para a qualidade de vida dos moradores, seja por seus atributos estéticos, seja pela melhoria das condições gerais de usufruto dos prédios ou, ainda, pela elevação do padrão urbanístico de toda a vizinhança imediata. É com essa visão, que a MRV desenvolve e implementa projetos paisagísticos esmerados em todos os seus empreendimentos.
     Comentei esse aspecto como oportunidade para registrar uma observação importante: esse ganho inicial de valor e esses benefícios na vida diária das famílias têm que ser preservados após a ocupação dos prédios e condomínios. Os síndicos, os administradores e os proprietários têm obrigação de cuidar adequadamente da manutenção dos equipamentos paisagísticos da mesma forma com que costumam estar atentos a outros detalhes de conservação. É sempre um desperdício perder, seja o ganho patrimonial, sejam os benefícios de usufruto, por conseqüência de descuidos na manutenção dos elementos de paisagismo."

Fonte : http://mercadoimobiliarioemais.com.br/paisagismo-e-valorizacao.

25 abril 2012

Dubai Tower - Convisa

Em fase de implantação do Paisagismo, o Dubai Tower possui áreas pensadas para o Lazer de seus moradores. Uma piscina com paginação lúdica, em conjunto com o deck com desenho orgânico, integram o  Jardim à uma grande Área Verde existente no terreno.

 Clique na imagem para Ampliar

 Clique na imagem para Ampliar

 Clique na imagem para Ampliar


Clique na imagem para Ampliar


Clique na imagem para Ampliar

Deck / Piscina - Fase de Projeto

Quadra - Fase de Projeto

Implantação - Fase de Projeto