24 julho 2010
PLANEACIÓN Y EJECUCIÓN (esp)
Impresiona la facilidad que tenemos para planificar con perfección lo que no vamos a ejecutar. O en otras palabras, por qué somos tan buenos planeadores, y en cambio, la ejecución de lo proyectado no es nuestro punto fuerte. Decimos que tenemos mucha iniciativa y poca “acabativa”.
El hábito de planificar y ejecutar lo planeado es más fuerte en determinadas culturas y sociedades; establecer indicadores rígidos y cumplirlos forma parte de este proceso, que integra tanto la identificación de los problemas como los cuellos de botella que debemos resolver.
También, analizar las posibles soluciones, proponer las acciones para ejecutar las acciones propuestas, escoger los indicadores, ejecutar y, después de concluidas las tareas, realizar un nuevo análisis para identificar el resultado de lo que realizamos. Sencillo, pero al mismo tiempo, parece imposible.
Seguro que en nuestros cajones tenemos guardado algún plano estratégico, que nunca salió del papel, como si por arte de magia, sólo por el hecho de plasmarlo en la hoja, las acciones pudieran comenzar a desarrollarse espontáneamente.
Sabemos que no es así, pero insistimos en concentrar nuestro esfuerzo en planificar, para poder mostrar el resultado de días o semanas de trabajo arduo, de reuniones inacabables, en que los más importantes referentes del sector se encuentran para decidir.
Existe una relación directa entre la cantidad de páginas del plano estratégico y la importancia económica del sector. Cuanto más elevado es el nivel de los referentes y la participación del Gobierno, mayores son las posibilidades de que el trabajo no salga nunca del papel o que nadie lo llegue a leer nunca
El mayor desafío radica en tirar del papel las ideas, saber priorizar los tres o cuatro temas más importantes, y evitar caer en la trampa de dar preferencia a cincuenta cosas. Porque el tiempo y los recursos son escasos. De conseguir salir de la teoría a la práctica depende todo el éxito del trabajo.
Sin que los verdaderos interesados asuman sus responsabilidades, no hay mucho sentido en continuar planificando. Los especialistas dicen que un buen plano es 95 % trabajo y esfuerzo, y que la mejor planificación es la propia acción.
09 junho 2010
Barcelona: exemplo de coleta de lixo
Autor: Anita Cid - Data: 7/6/2010
onstruído especialmente para os jogos olímpicos de 1992, o sistema subterrâneo de coleta de lixo de Barcelona é um exemplo de eficiência.
Em Barcelona, você não vai encontrar montes de lixo em frente aos domicílios esperando pelo caminhão da coleta, aliás também não há caminhões de coleta, nem lixo espalhado pelo chão. A cidade é limpa porque é eficiente e inovador o seu sistema de coleta de lixo.
Escotilhas substituem as arcaicas lixeiras, onde as pessoas depositam seu lixo. Um sistema de tubulação subterrânea encaminha esse lixo até um container, que depois de cheio é transportado para uma central de triagem, onde são separados o lixo orgânico do reciclável. O orgânico vira combustível que gera energia e o material reciclável segue para as indústrias de reciclagem.
O sistema de tubulação pode ser comparado aos já utilizados para fornecimento de água e gás e os edifícios construídos nas duas últimas décadas já possuem esse sistema internamente.
Veja a notícia divulgada em 09 de maio de 2010 no Jornal Nacional
Fonte: Paisagismo Digital
22 abril 2008
Um parque para Joinville
Que o jornal A Notícia, e os demais veículos do grupo RBS na região norte do estado, tenham decidido abraçar o projeto de “Um parque para Joinville” é uma boa notícia, quem sabe, se a partir desta iniciativa Joinville passa a poder contar com uma área verde pública que esteja orientada ao lazer dos seus habitantes.Se Joinville hoje não tem um parque digno deste nome, e não devemos cometer o erro de confundir os parques ecológicos como o Parque Caieras ou o Parque Morro do Finder, como os parques que Joinville quer e precisa. É porque simplesmente nunca foi uma prioridade dos nossos governantes de plantão.
A construção da Arena Joinville, do Boulevard Cachoeira, ou as reformas milionárias das praças Nereu Ramos e do Mercado, tem sido algumas das prioridades que a administração municipal tem escolhido.
Pode parecer que numa cidade que enfrenta ainda sérios problemas nas áreas de saúde, segurança e infra-estrutura, a implantação de um parque não deva ser uma prioridade, como laias nunca tem sido.
Mas alguns dados podem ajudar a complementar a campanha, liderada pelo Jornal A Notícia. O primeiro e que de acordo com estudos feitos as cidades que tem e fazem uma manutenção adequada de parques, praças e áreas verdes públicas em bom estado, reduzem a violência urbana, porque espaços públicos de qualidade afugentam os marginais e são utilizados pela população.
Também as cidades que tem parques, melhoram a saúde da sua população, ao estimular a prática de caminhadas, de exercícios aeróbicos e de esportes ao ar livre. Do mesmo modo as cidades em que a prefeitura cuida das praças e parques, mantem os jardins dos edifícios e residências melhores, mais bonitos e contribui a melhoria da qualidade de vida.
Ainda a cidade que tem parques públicos e ruas arborizadas, ganha uma melhor qualidade do ar, melhora o micro clima, ao amenizar o calor do verão, e reduz o barulho, pela capacidade que as árvores tem absorver as ondas sonoras.
As cidades com mais e melhores áreas verdes, vem nas suas ruas e jardins, um maior número de pássaros e outros animais da fauna nativa, que passa a dispor de espaços verdes seguros e adequados.
Bem vinda a iniciativa, agora vamos trabalhar para que tenha êxito.
Fonte: http://comentariosdejoinville.blogspot.com/2008/04/um-parque-para-joinville.html