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07 fevereiro 2022

Central de Vendas Plaenge/ Vanguard


O projeto de paisagismo de um espaço urbano deve ir além do verde e promover o convívio das pessoas que utilizam o espaço projetado. Hoje há uma maior demanda por espaços abertos e com uma maior conexão com a natureza.


Por isso quando a Plaenge – Vanguard nos convidou para projetar a sua Central de Vendas em Joinville a proposta incluía uma praça. Uma gentileza urbana para melhorar a qualidade de vida de quem mora perto, para quem passa na frente todos os dias, para quem gosta de sentar-se num banco sob a sombra acolhedora de uma árvore.


O projeto da Central de Vendas propõe um espaço verde de uso publico emoldurando o edifício, uma proposta que mostra a forma diferente de ver e sentir a cidade que a Plaenge – Vanguard tem. Para nosso escritório é um desafio que encaramos com prazer, porque como nosso cliente, temos carinho por Joinville e queremos ver esta cidade se desenvolver.


Obras Central de Vendas da Plaenge, Novembro de 2021.



Obras Central de Vendas da Plaenge, Novembro de 2021.


Obras Central de Vendas da Plaenge, Novembro de 2021.


Central de Vendas Plaenge, Dezembro de 2021


Central de Vendas da Plaenge 




















19 julho 2021

Revitalização da Avenida Juscelino Kubitschek


Primeiro dia de obra na Avenida JK. Julho de 2021.


Inicia hoje, dia 19 de Julho a implantação do projeto de paisagismo da Avenida JK, em Joinville SC. A Ambiental que é a empresa que adotou a Avenida JK contratou nosso escritorio para revitalizar a iconica rua. O projeto do nosso escritório tem como propósito recuperar o paisagismo desta importante avenida. Os trabalhos executados pela Operserv iniciam com a retirada da vegetação existente, a retirada do solo e sua substituição por terra de jardim adubada, para assegurar o bom desenvolvimento do jardim.

Foram escolhidas plantas de flor, arbustos de porte baixo e selecionadas as espécies mais adequadas para que a cidade recupere a cor, a alegria e a qualidade de vida que tem perdido ao longo dos anos. Listamos algumas das espécies para esse projeto, que trazem a garantia de que teremos um jardim florido em todas as estações do ano, entre elas:

  • Lantanas
  • Medinillas
  • Galphimias
  • Ixoras
  • Begonias

O desafio de manter florida e colorida uma avenida de fluxo intenso de veículos levou a escolha de plantas de flor perenes e a seleção de diversas espécies de flores e folhas coloridas para que possamos ter cor e vida ao longo de todo o ano.



Primeiro dia obra na Avenida JK. Julho 2021.










09 dezembro 2020

Devemos fazer mais pelo verde urbano


Quanto mais o verde urbano está ameaçado mais precisamos fazer para mantê-lo ou melhor ainda o aumentar. Quanto maior a sanha contra o verde maior o esforço. Mesmo que algumas vezes o sentimento seja o de estar arando o mar e pareça uma batalha perdida precisamos olhar o verde com outros olhos. Cada arvore conta, cada canteiro é importante, cada flor tem o seu espaço.

As vezes nos sentimos transbordados pela sensação de que estamos fazendo só acupuntura, quando o ideal seria uma intervenção radical e profunda. As nossas cidades estão doentes e aumentar a área verde disponível para os cidadãos é o desafio que precisamos enfrentar. Cidades mais verdes, mais permeáveis, mais sustentáveis, com maior biodiversidade são cidades mais sadias. Cidades melhores para se viver.

Projetar cidades melhores deve ser a prioridade de qualquer administrador público, de qualquer empreendedor imobiliário, de todos a cada um dos que pensa no médio e longo prazo. Para sair do imediatismo precisamos plantar mais arvores em nossas ruas e praças.


04 agosto 2011

A Rua mais Bonita do Mundo 2ª Parte

" O papel dos espaços verdes das cidades no sequestro do carbono era ainda muito desconhecido e subestimado. A promoção de árvores nos espaços verdes urbanos pode ser a medida chave para os objetivos de redução de emissões de carbono.
As árvores urbanas desempenham um papel muito mais relevante na fixação de carbono da atmosfera do que, mesmo cientificamente, tem sido considerado. O recente estudo para quantificar o carbono fixado pela vegetação urbana foi ainda um projeto pioneiro e revelou a verdadeira importância deste papel da vegetação nas cidades.
O trabalho realizado no Reino Unido, sugere que a vegetação urbana pode ser a chave para o cumprimento das metas ambiciosas de redução das emissões de CO2. Os resultados obtidos demonstram que
a vegetação urbana fixa cerca de 3,16 kg de carbono por m2. A grande maioria do carbono é fixo nas árvores e principalmente nas árvores de grande porte.








27 julho 2011

A Rua mais Bonita do Mundo 1ª Parte

Trata-se da Rua Gonçalo de Carvalho situada na cidade de Porto Alegre, que foi decretada como Patrimônio Histórico, Cultural, Ecológico e Ambiental de Porto Alegre, no dia 5 de Junho de 2006.

Conheçam a luta dos seus moradores para preservar este exemplo no blog Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho.











09 setembro 2010

Cidades mais verdes



Arborização urbana

Arborizar ruas e praças ajuda a melhorar a qualidade de vida das pessoas. Melhora a permeabilidade do solo, reduzindo o efeito das enxurradas e principalmente ameniza o calor, chegando a reduzir em alguns graus a temperatura em ruas arborizadas se comparadas com ruas sem arvores.

Nada disto deve ser novidade, porem o efeito negativo de projetos mal executados é maior que os benefícios pretendidos. A criação de áreas de gramado paralelas ao meio fio, representam aumentos do custo de manutenção da cidade, sem chegar a apresentar vantagens significativas, quando a largura das faixas é igual ou menor que 80 cm. Ainda a implantação de faixas de grama, que requerem cortes constantes, em geral devem ser calculados 12 cortes ao ano, ou um por mês, fazem a cidade menos sustentatvel, aumentam a poluição sonora, pelo barulho ensurdecedor das maquinas roçadeiras, e pela poluição dos motores de dois tempos, que na maioria de países não são mais permitidos para este tipo de trabalhos.

A forma amadorista, como continua sendo tratado o verde urbano é preocupante. Sem profissionais com experiência especifica o passivo que as cidades estão adquirindo fica mais e mais caro e difícil de resolver.

A escolha das melhores soluções paisagísticas devem incluir os componentes de sustentabilidade, para que nossas cidades sejam mais verdes, tenham maior qualidade de vida e mais eco-eficientes.

17 março 2010

Ciudades mas verdes (Esp)


Ciudades verdes


¿En el futuro, viviremos en ciudades más verdes?


¿Tendremos ciudades que proporcionen una mejor calidad de vida?


Si la respuesta es afirmativa, deberemos repensar el papel del verde urbano. Éste no puede ser visto exclusivamente a través de la óptica de su función ornamental. Un concepto cada vez más actual es el de “confort urbano”, que incorpora a la visión que tenemos hoy de conglomerados urbanos, nuevas variables, con el objetivo de valorizar el espacio publico, mejorar la relación de la ciudad con los que en ella viven, para que podamos construir una urbe más habitable.

Ha llegado el momento de iniciar una negociación entre el poder público y la sociedad, de elaborar un “Contrato Verde”, que defina las reglas y los conceptos que marcaron este diálogo entre el desarrollo urbano, el respeto al verde y a la calidad de vida. Un compromiso firmado entre los emprendedores y agentes inmobiliarios, las empresas constructoras y los administradores públicos. Un pacto que esté estructurado a partir de una visión de una ciudad sostenible, que respete el verde y se oriente hacia un urbanismo y hábitat con calidad de vida.

El alto costo del modelo de desarrollo a cualquier precio es demasiado elevado para ser absorbido por la sociedad. E implica, además, una pérdida de valor para la ciudad que acaba siendo socializada entre todos.

Los espacios verdes son importantes elementos restauradores del bienestar social. La relación de las personas que viven en ciudades que crecen desordenadamente y han descuidado la planificación urbana, cambia en relación con el verde, su preservación y su importancia para la ciudad.

Recientes movimientos en defensa del verde, que se han llevado a cabo en contra del corte de árboles y por la obtención de más áreas verdes, no son hechos aislados. Representan un cambio de actitud de una sociedad que desea vivir en ciudades mejores y más humanas.

De la calidad y de la cantidad de espacios verdes que una ciudad ofrezca dependerá, en el futuro, su atractivo, su calidad ambiental, la condición de vida de sus habitantes y, principalmente: su felicidad.

25 fevereiro 2010

Calçadas ecologicas


Do arqto. Sérgio Gollnick

Precisamos entender que os passeios são as vias urbanas para pedestres. Assim como as vias para os veículos, os passeios devem ser dimensionados segundo as suas características de tráfego e não apenas como área residual da rua.
Em ruas de baixo movimento de pedestres, recomenda-se larguras de 1,2 metros para conforto e acessibilidade universal. O projeto deve prever que as rampas não sejam superiores a 8,33% no sentido longitudinal e 5% no transversal. A permeabilidade pode ser alcançada por faixas ou espaços não pavimentados que devem receber cobertura vegetal, gramíneas ou forrações, podendo ter elementos intertravados abertos (pisograma) que diminuem o custo de manutenção.
Em áreas de grande fluxo de pedestres, em geral áreas comerciais e centrais, a faixa de caminhamento deve ser mais amplas, no mínimo de 2,4 metros de largura. Para estes casos são possíveis serem previstas aberturas no piso para o plantio de árvores com a sobreposição de grades que permitem a permeabilidade e o respiro das raízes bem como podem servir de passagem aos pedestres. Outra fórmula é, ao longo dos passeios mais concorridos pelos pedestres, reservar espaços em refúgios ou recuos, que contribuem com a paisagem além de servirem de espaço para contemplação ou descanso.

15 fevereiro 2010

Porque caem as arvores?

José Carlos Vieira - Eng. Agrônomo

Porque as árvores caem na cidade e no campo não?

O fenômeno acontece em todas as cidades. Bastou um vento um pouco mais forte e vemos árvores caindo sobre carros, fechando ruas, derrubando postes. O efeito nas pessoas destes acontecimentos, presenciados ou apenas na forma de notícia, é o surgimento de um temor cego às árvores, principalmente as grandes, que são vistas como ameaças iminentes de acidentes.

Isso nas cidades. Já no campo, ao contrário, as pessoas se valem das árvores para proteger seus lares contra o vento e o sol forte. Segundo Evandro Firmino, da Vigilância Sanitária de Apucarana-PR “nas fazendas sempre se plantaram grandes árvores ao lado das casas, são como guardiãs que amenizam o vento frio do inverno e o calor do verão. Árvore só cai no campo quando está velha e seca”.

Para descobrir o porquê dessa fragilidade da árvore urbana que o site entrevista o colaborador da ONG TudoVerde, José Carlos Vieira de Almeida.

O pesquisador aponta sem pestanejar a alta impermeabilização da cidade como causa principal da queda de árvores urbanas, e sugere a adoção imediata de calçadas ecológicas nas cidades.

"A alta impermeabilização da cidade é a principal causa da queda de árvores urbanas"

Site – Estamos com José Carlos Vieira para saber como a sua história começou.

Dr. Vieira – Sou engenheiro agrônomo formado pela UNESP de Jaboticabal, São Paulo, com doutorado em nutrição de plantas, e especialista em controle de plantas daninhas. Minha especialidade é matar plantas (risos).

S – O senhor pode nos explicar porque as árvores na cidade caem com tanta facilidade?

V - Primeiro tenho que contar como funciona a fisiologia dos vegetais. Qualquer planta é dividida em duas partes: a parte aérea e a radicular. No caso das árvores, a relação de peso entre estas partes é de um por um.

S – Quer dizer que existem duas árvores?

V – Sim! Pra baixo há outra árvore. E, às vezes, a árvore subterrânea é maior que a árvore aérea. Mas ninguém imagina isso porque não vê a parte de baixo. Todo mundo acha que a raiz é pequena porque quando se arranca vê-se apenas uns 10% dela. A raiz de uma árvore não está apenas sob o tronco, mas atinge uma grande área, muito além da copa.

S – Isso por acaso é para equilibrar a árvore, como os barcos que usam peso no fundo do casco para evitar que virem?

V – Exato. A natureza é muito sábia.

S – A primeira vista causa mesmo estranhamento uma estrutura tão grande apoiada apenas sobre um pilar!
V – Por isso fixar a planta é uma função da raiz. Mas a função vital é absorver água e nutrientes do solo. Essas substâncias são enviadas para as folhas, na parte aérea, onde se transformam no alimento da planta.

S – A famosa fotossíntese...

V – Isso acontece nas folhas, elas usam a luz solar e o gás carbônico (CO2) da atmosfera, somado aos nutrientes e principalmente a água que vêm das raízes para produzir glicose e oxigênio. Todo o oxigênio que existe no planeta apareceu livre por causa da fotossíntese das plantas.

S – O que permitiu surgirem os animais?

V – Os animais não têm capacidade de criar o próprio alimento, por isso são eternos dependentes das plantas. E, na verdade, elas estão preparadas e se aproveitam dessa dependência. Os frutos carnosos, com sementes dentro, são prova de como as plantas alimentam os animais em troca da dispersão de suas sementes, por exemplo.
Voltando ao ponto onde parei. A planta faz fotossíntese para gerar glicose, energia, e manter-se viva. A raiz, por estar no escuro, não faz fotossíntese, e, portanto, ela tem que se alimentar da parte aérea. A glicose das folhas é transformada em sacarose e enviada para as raízes se manterem e crescerem. As raízes usam o oxigênio do solo para queimar a sacarose através da respiração para manter seu sistema energético e liberando CO2 para o solo.

S – Mas então as raízes respiram?

Sim, essa é uma confusão comum. A planta faz a fotossíntese na sua parte aérea, que é a fixação de carbono e a liberação de oxigênio, ao mesmo tempo em que respira, liberando CO2 tanto pelas folhas como pelas raízes. Mas a taxa de fotossíntese é muito maior que a taxa de respiração, então se fixa mais carbono que se libera, e isso faz a planta crescer.
Com o aquecimento global fica evidente que temos que tirar CO2 da atmosfera. Essa é a razão das árvores serem importantes, principalmente nas cidades, onde geramos muito gás carbônico.

S – E como as raízes conseguem respirar debaixo da terra?

Quando as raízes respiram para queimar a sacarose e produzir energia, elas, idênticas a nós, retiram oxigênio e liberam CO2. Como o oxigênio chega à raiz? O solo ideal é poroso, comumente constituído de 50% de minerais e 50% de espaço poroso. Esse espaço é metade água e metade ar. E é esse ar que a planta usa para respirar e continuar viva debaixo da terra. Como o CO2 é pesado ele fica no solo. Para tirar esse CO2 é necessária a entrada de água, que expulsa o CO2, e, depois que a água infiltra, o solo se enche de novo de ar, com 21% de puro oxigênio novo.

S – E se não houver a renovação do ar no solo?

Simplesmente a raízes vão morrendo. Quando o oxigênio some a raiz pára de respirar, de funcionar, e ela morre. Primeiro as raízes mais finas, o que faz a árvore engrossas suas raízes superficiais. Depois ela engrossa a base do tronco, mas continua a perder massa radicular até todo sistema morrer. Enquanto houver um fiapo de raiz ela continua viva, mas o primeiro ventinho mais forte que der, ela cai.
Mas como haverá troca do ar do solo na cidade se está tudo impermeabilizado pelas calçadas, concreto, cimento e asfalto? Existe no máximo uma pequena passagem do tronco, e olha lá!

S – Qual a solução para as árvores não caírem mais?

V – A área permeável, canteiros, em torno das árvores é tão essencial para elas como é o ar para nós. A melhor solução para evitar a queda de árvore são canteiros extensos, as calçadas ecológicas, e de preferência com cobertura de gramados ou forrageiras, isto para evitar a compactação do solo.

S – Cada vez mais prefeituras têm dados descontos no IPTU para imóveis com árvores e calçadas ecológicas.

V – É uma forma inteligente de proteger a arborização e a cidade.


Dr. José Carlos Vieira de Almeida - Eng. Agrônomo
Universidade Estadual de Londrina

Mais informações em http://www.tudoverde.org.br/vernoticia.php?id=77

31 janeiro 2010

Jardins e areas verdes dão lugar a concreto


Cada vez mais perdemos qualidade de vida, o fazemos aos poucos, quase sem perceber, o resultado de cada uma destas perdas é visível em cada rua e em cada espaço, tanto publico como privado.

Os jardins tradicionais, com gramados, canteiros de flor e árvores que proporcionavam sombra, estão cedendo lugar a novas alternativas. A permeabilidade que proporcionavam os jardins, mesmo que sendo obrigatória por lei e constantemente desrespeitada e sem fiscalização adequada, estamos impermeabilizando a cidade. Agravando o efeito das chuvas, até o ponto que as enchentes são mais frequentes e mais graves, sem que sejam necessárias grandes trovoadas para causar enchentes em pontos que antes não alagavam.

A sombra das árvores é substituída por outras alternativas coloridas, sem árvores a cidade fica mais quente, mais feia e principalmente com pior qualidade do ar, porque a função fotosintetica que converte CO2 em Carbono e Oxigeno deixa de ser feita. Frente a passividade de uns e ao silencio cúmplice de outros, as cidades ficam cada dia mais cinzas, menos verdes, menos humanas e mais hostis.

29 dezembro 2009

Cidades Verdes

Cidades Verdes

É preciso pensar em cidades mais verdes, cidades que proporcionem uma maior qualidade de vida. Neste sentido o verde urbano não pode ser visto exclusivamente pela ótica da sua função ornamental. Um conceito cada vez mais presente é o do “Conforto Urbano”, que incorpora a visão da cidade, novas variáveis, com o objetivo de valorizar o espaço publico, melhorar a relação da cidade com os seus moradores, para que possamos construir uma cidade mais habitável.

É o momento de negociar entre o poder publico e a sociedade um “Contrato Verde”, que defina as regras e os conceitos que estabelecerão o dialogo entre o desenvolvimento urbano e o respeito ao verde e a qualidade de vida. Um compromisso assinado entre os empreendedores imobiliários, as empresas construtoras, os agentes imobiliários e os administradores públicos, que esteja estruturado a partir de uma visão de cidade sustentável, que respeite o verde e se direcione para um urbanismo e uma habitação com qualidade de vida. O preço do desenvolvimento a qualquer custo, é alto demais para ser custeado pela sociedade. E implica ainda uma perda de valor da cidade que acaba sendo socializada entre todos.

Os espaços verdes são importantes elementos restauradores de bem-estar. A relação, das pessoas que vivem em cidades que crescem desordenadamente e tem negligenciado o planejamento urbano, o que se aplica a maioria das nossas cidades e vilas, muda com relação ao verde, a sua preservação e a sua importância para a cidade. Recentes movimentos de defesa do verde, de movimentação contra corte de arvores e por mais áreas verdes, não são fatos isolados. Representam uma mudança de atitude de uma sociedade que deseja viver em cidades melhores.

Da qualidade e da quantidade de espaços verdes, que uma cidade ofereça dependerá no futuro, a sua atratividade, a sua qualidade ambiental e a qualidade de vida dos seus moradores.