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10 setembro 2009

Aprovechar las oportunidades (Esp)


Aprovechar las oportunidades


Por cada puerta que se cierra, se abre otra nueva. La frase, por todos conocida, debe servir de referencia para los agentes del sector. Independientemente de estar o no viviendo una crisis de proporciones mayores, que afecta al mercado de forma desigual y golpea a algunos sectores de una manera diferente, es bueno saber aprovechar las oportunidades.

¿Qué oportunidades? ¿Dónde están las oportunidades? ¿Cómo identificarlas? Para todas estas preguntas, podemos tener una única respuesta: escuche a su cliente. Algo que, a pesar de constituir una obviedad, hacemos poco y mal.

En una reciente charla del gurú de la Economía Tom Peters, él comentó lo poco que escuchábamos a nuestros clientes, a pesar de ser ellos nuestra principal fuente de información. Nos queda el consuelo de saber que no somos los únicos que no escuchamos a nuestros clientes, que la práctica está ampliamente extendida y, además, es posible que quien no escucha no sepa identificar las oportunidades que se presentan.

Un caso interesante es el que se produce en un consultorio médico. Debemos suponer que la mejor fuente de información sobre la enfermedad de una persona es el propio paciente, nadie debe tener más datos, conocimiento y ganas de contribuir con el profesional, que quien padece la dolencia. Por tanto, el médico no debería preocuparse mucho en buscar otra fuente de informaciones. Escuchar y hacer las preguntas adecuadas debe ser el mejor camino para encontrar las soluciones.

Pero, de acuerdo con los datos de un estudio reciente, de Jerome Groopman, publicados con el título How Doctors Think (Cómo piensan los médicos), los facultativos tampoco tienen el hábito de escuchar a los pacientes. El tiempo medio que un médico dedica a prestar oídos al paciente es de 18 segundos, a partir de este punto, empieza a responder y a decirle al paciente lo que debe hacer y cuáles son los remedios que debe tomar y los procedimientos que debe seguir.

La impresión que perdura es que también entre nosotros tenemos a muchos dieciocho segunderos que no escuchan a los clientes y se ponen a hablar sin pensar. Éste es el grupo que tendrá mayor dificultad en identificar las oportunidades que el mercado ofrece.

¿Y usted, cuántos segundos tarda en interrumpir a su cliente?

07 setembro 2009

APROVEITAR AS OPORTUNIDADES

APROVEITAR AS OPORTUNIDADES

Para cada porta que se fecha, outra de nova se abre. A frase, conhecida por todos, deve servir de referencia para os agentes do setor. Independentemente de estar ou não vivendo uma crise de proporções maiores, que afeta o mercado de forma desigual y golpeia a alguns setores de uma maneira diferente, é bom saber aproveitar as oportunidades.

Que oportunidades? Aonde estão as oportunidades? Como identificá-las? Para todas estas perguntas, podemos ter uma única resposta: escute o seu cliente. Uma coisa que, mesmo sendo uma obviedade, O fazemos pouco e mal.

Numa recente palestra do guru da Economia Tom Peters, comentou o pouco que escutávamos os nossos clientes, a pesar de serem eles a nossa principal fonte de informação. Fica só o consolo de saber que não somos os únicos que não escutamos os clientes, A prática está amplamente estendida e, ainda, é possível que quem não escuta no saiba identificar as oportunidades que se apresentam.

Um caso interessante é aquele que acontece num consultório médico. Devemos supor que a melhor fonte de informação sobre a doença de uma pessoa seja o próprio doente, ninguém deve ter mais dados, conhecimento e vontade de contribuir com o profissional, que quem padece a doença. Por tanto, o médico não deveria preocupar se muito em buscar outra fonte de informações. Escutar e fazer as perguntas adequadas deve ser o melhor caminho para encontrar as soluções.

Mais, de acordo com os dados de um estudo recente, de Jerome Groopman, publicados com o título How Doctors Think (Cómo pensam os médicos), Eles tampouco tem o hábito de escutar os pacientes. O tempo médio que um médico dedica a escutar ao paciente é de 18 segundos, a partir deste ponto, começa a responder e a dizer ao paciente o que deve fazer e quais os remédios que deve tomar e os procedimentos que deve seguir.

A impressão que fica é que tambem entre nos temos a muitos dezoito segundeiros que não escutam os clientes e se começam a falar sem pensar. Este é o grupo que terá maior dificuldade em identificar as oportunidades que o mercado oferece.

E você, quantos segundos tarda em interromper o seu cliente?