Este projeto em Nova Zelândia, mostra que é possível pensar, ousar, criar e fazer a diferença.
Estação de trem convertida em area verde.
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29 janeiro 2010
04 fevereiro 2009
Paisagem construída

O trabalho do paisagista e propor paisagens. Partir numa viagem perseguindo paraísos e reproduzir, reinventar estas paisagens imaginarias ou reais.
O homem desde tempo imemorial anseia voltar ao paraíso que perdeu. A construção de jardins é um intento de recuperar este sonho eterno e inalcançável. De voltar ao paraíso.
É preciso um trabalho constante de pesquisa, um analise profundo dos desejos e sonhos de cada cliente, o estudo do local e a partir destes elementos imaginar quais as alternativas possíveis e as impossíveis.
A paisagem imaginaria muda constantemente.O imaginário de cada sociedade, de cada geração e de cada um de nós muda e se enriquece com cada experiência, com cada novo desafio.
Imaginamos jardins românticos, canteiros multicoloridos, formas, texturas, paisagens utilitários, espaços fechados, delimitados por muros e cercas e espaços abertos, infinitos, inesgotáveis. Espaços para o lazer ou para a contemplação.Coletivos ou intimistas. Espaços e paisagens sob medida para cada um de nos.
Cada trabalho é um novo desafio, cada projeto exige novos conhecimentos e envolve profissionais de áreas mais complexas. Quanto mais perto queremos chegar da perfeição da natureza, maiores as dificuldades. Ambientes construídos oferecem alternativas novas, a criação de paisagens efêmeras, irreais, insustentáveis, concebidos como um decorado é uma alternativa que ganha força. Eterno ou efêmero.
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